segunda-feira, 21 de julho de 2008

Carro elétrico de dois lugares é lançado no Salão de Londres



O carro elétrico e dois lugares MyCar, produzido pela Nice e com projeto do famoso designer italiano Giorgetto Giugiaro, da Italdesign, fará a estréia mundial nesta semana durante o Salão do Automóvel de Londres (de 23 de julho a 3 de agosto). Fabricado em Hong Kong, o veículo deverá custar US$ 18 mil. O MyCar atinge a velocidade máxima de 64 km/h e tem autonomia de seis a oito horas. (Foto: Divulgação)

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Veja os 10 carros mais vendidos do primeiro semestre de 2008

As vendas de automóveis e comerciais leves passaram de 1.028.043 unidades no primeiro semestre do ano passado para 1.338.078 unidades no acumulado do mesmo período deste ano, uma alta de 30,16%. O desempenho de maio para junho também foi positivo. Foram comercializadas 242.880 unidades em junho, contra 229.961 unidades em maio, um crescimento de 5,62%.

A Fiat continua sendo a marca mais vendida do Brasil, com uma participação de 25,1% no semestre e 26,38% no mês de junho. A segunda posição do ranking de participação do semestre fica bem acirrada entre VW (21,68%) e GM (21,48%). Para ter uma idéia, a Chevrolet chegou a emplacar mais modelos que a alemã durante o mês de junho. Isso pode ser justificado pela expectativa da chegada do novo Gol.

Ainda no acumulado do semestre, a Ford se mantém isolada na terceira colocação, com 9,44% de participação, e a Renault (4,38%) começa a se distanciar da Honda (4,15%). Veja abaixo os dez mais bem classificados do primeiro semestre:

1º - VW Gol - O automóvel é mesmo um líder de vendas. Só no mês de junho foram vendidas 24.473 unidades, cerca de 3 mil a mais que no mês anterior. No acumulado, o automóvel da Volkswagen marca 138.878 veículos emplacados. A tendência é que, com o modelo novo, a diferença para o segundo colocado aumente.

2º - Fiat Palio - Dizer eterno vice-líder seria uma indelicadeza, porém o Palio está se tornando um. Nada feio, afinal, o carro quase quebrou a hegemonia de mercado do Gol no mês de maio, ficando apenas 2 mil unidades atrás do líder. Mas, com a chegada do novo Gol, a diferença já subiu para 4 mil unidades. O carro da Fiat registra 110.857 unidades no semestre e 20.281 no mês de junho.

3º - Chevrolet Celta - A GM acertou na produção deste modelo compacto. Seria injustiça dizer que o projeto não vingou. O Celta vendeu 12.201 unidades em junho e 11.776 em maio. No semestre foram 72.302 unidades comercializadas. O degrau perante os líderes é grande, mas o automóvel vem fazendo história.


4º - Chevrolet Classic - Aquele velho ditado de que uma mão lava a outra poderia ser usado nesta situação, em que este modelo quase ultrapassa as vendas do Celta. Mas, se não fosse este antiquado sedã compacto, a GM poderia estar bem pior na participação do mercado interno. O sedã vendeu 13.036 em junho, 10.595 em maio, e registra 69.165 unidades no acumulado.

5º - Fiat Mille - O carro mais barato fabricado no Brasil também é um dos mais defasados tecnologicamente. Mesmo assim, o Mille se mantém como um dos mais vendidos do Brasil, com cerca de 10 mil unidades ao mês. No acumulado, o carro marca 67.919 emplacamentos.

6º - VW Fox - O compacto da marca vendeu 10.600 unidades em maio e 9.480 em junho. A queda talvez se justifique pela chegada do novo Gol, que irá concorrer indiretamente com o irmão mais velho. O Fox emplacou 60.763 unidades no primeiro semestre deste ano.


7º - Fiat Siena - Longe de arrancar a posição do Classic, o sedã italiano vem conquistando compradores mês a mês. A reestilização, depois de várias tentativas, desta vez pegou. O carro está mais moderno e bonito que os modelos anteriores e que o seu concorrente direto. São 50.650 unidades emplacadas em 2008.

8º - Honda Civic - Ele é a galinha dos ovos de ouro da marca japonesa. No acumulado de 2008, o sedã marca 31.226 unidades. Em maio, foram vendidas 5.305 unidades e em junho, 5.409. Entre os sedãs médios, ele é o líder. Entre os colocados à frente dele nesta lista, o Civic é o único que não tem versão popular. O carro merece, afinal, resiste bravamente em um mercado soterrado de modelos velhos e de valores elevados.


9º - Ford Ka - Novo, mas nem tanto, este compacto vem ganhando as ruas brasileiras. De um projeto elaborado sob pressão sindical, o carro se revigorou e faz frente aos modelos mais baratos do mercado: 29.568 unidades no primeiro semestre e 6.712 no mês de junho.

10º - Ford Fiesta - O Ka não arrancou consumidores que estavam de olho neste carro. O hatch da marca americana vendeu 28.588 unidades até a metade de 2008 e mantém a média de 6,5 mil carros ao mês.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Pedindo licença - Novo Gol será lançado domingo


A Volkswagen liberou nesta quarta-feira (25) a primeira foto oficial do Novo Gol, lançamento mais aguardado dos últimos anos. O modelo, que assumiu a liderança do mercado brasileiro em 1987 e já vendeu mais de 5,15 milhões de unidades, passa pela primeira grande reformulação desde 1994. (texto do G1)









sexta-feira, 13 de junho de 2008

Adoro mas tenho medo

O Civic é um carrão. Dirigir um desses é uma sensação muito boa. Uma mistura de carro de corridas e carro de luxo. Climatizado, a temperatura e o som te levam para um mundo a parte. Minha esposa sempre reclama quando coloco a trilha sonora do James Bond.

Na estrada ou nas ruas da cidade, toda vez que preciso de mais potência nem preciso diminuir marchas, basta apertar o acelerador e o carro, 1.6 16v, responde na hora. Tenho até pena dos carros 1.0 que sofrem para ultrapassar e subir ladeiras.

E isso porque eu dirijo um Honda 2000, nem estou falando do New Civic. Até já guiei um destes novos, uma espaçonave diga-se de passagem, mas sou muito feliz com o meu “primeiro modelo fabricado totalmente no Brasil”.

Agora, só uma coisa me assunta. A quilometragem dele. Já passou dos 100 mil km rodados e logo logo terei que mudar um monte de peças numa mega revisão. Os custos envolvidos numa ação como esta são altos e mais uma vez eu fico com saudades do meu antigo Gol.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Injeção Eletrônica

Ainda faço um curso de injeção eletrônica para automóveis. É uma arte. É como computadorizar a aceleração, a entrada de ar, de combustível, tudo na medida certa e de forma a fazer com que o carro ande sem desperdiçar gasolina, mas sem deixar faltar alimento para o motor.

Isso tudo só para dizer que o meu carro, um Civic 2000, que eu deixei com faróis ligado e (claro!) esgotei a bateria, pegou no tranco e eu fui feliz para casa. Ah, tu não entendeu nada, né? Eu explico.

É que certa vez meu Gol 2004 teve uma pane elétrica e não pegava. Resolvi empurrar para fazê-lo pegar no tranco. Arrumei uns 10 camaradas na rua mesmo, botei eles para empurrar o carro, passei uma segunda e... nada.

Foram uns três quarteirões e o carro não pegava. Uns gritavam "acelera mais!", outros diziam, "tem que tirar o pé da embreagem". E assim, a cada solavanco que o carro dava eu perdia uns dois ajudantes. Claro que eu sei fazer um carro pegar no tranco.

Mas, depois, só depois é que eu soube que carros com um tipo de injeção eletrônica e aceleração sem cabo e tal não pegam no tranco. Não pegam e ponto. Acabei tendo que fazer uma "chupeta".

Voltando para o início da conversa, descobri que o Honda Civic, pelo menos o LX 2000, pega, sim, no tranco. Que beleza. Ah, os bons carros de antigamente. Daqui uns anos, o cabra vai precisar plugar um dispositivo USB e, na tela de um computador, vai conferir, checar e concertar todos os possíveis problemas que um carro possa apresentar.

P.S. No último post eu ainda contava os problemas que o carro tinha dado e que ele morria e ninguém sabia o que danado acontecia. Pois bem. Era a injeção eletrônica. Agora o carro está filé!

sábado, 15 de março de 2008

E o problema não era na bomba...

Dois dias depois de arrumar a bomba de combustível, o carro dá pau novamente. O carro engasgava, reclamava, gritava e morria. Sem força para andar sequer um quarteirão, lá fui eu com o carro dando partida e morrendo para a oficina.

Cheguei. O mecânico, aquele que havia dito que tinha 90% de chance de ser a bomba, abriu o capô, olhou com um olho fechado e outro aberto com quem procura ângulo, depois com os dois olhos bem abertos, desta vez como quem está espantado ou descobriu alguma coisa. Descobriu.

Catucou um parafuso, pediu para dar a partida e acelerar. Voou um jato de gasolina pro lado dele que gritou: Pára!

Arrumou o que havia feito e pediu para ficar com o carro até o outro dia. Levaria o carro para um amigo que mexe com injeção eletrônica.

No outro dia fui buscar e me foi dito que agora estava tudo regulado e funcionando bem. Mas, e tem sempre um ‘mas’, “se der algum problema você me liga a qualquer hora que eu vou resolver”, me disse o mecânico patoense.

“Ah”, disse ele ratificando, “menos à meia noite que eu posso estar fazendo sexo”. Achei muito triste ter hora marcada para fazer sexo, mas aceitei a condição dele.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Civic no prego: engasgou e morreu

E veio a segunda oficina. Para um carro que “nunca quebra” até que o meu tem me deixado bastante na rua. Ontem, indo para o trabalho, meu carro engasgou, reclamou e apagou. No meio da rua.

Deixei ele descansar um pouco, esfriar. Liguei novamente, estava em ordem. Segui. Mas menos de um quarteirão depois ele parou de novo. Dei a partida e ele pegou, segui. Desta vez, morreu logo. O carro engasgava, sacudia e morria.

Comecei então a fazer o caminho da oficina. Liguei para o mecânico que disse que logo estaria lá. Liguei o motor e o carro andou. Somente o suficiente para chegar a um poste de combustível. Lá, o frentista deu uma olhada e não soube dizer qual o problema.

Deixei o carro esfriar e nisso já tinha perdido boa parte do dia de trabalho. Falei com o mecânico uma segunda vez e ele me disse que tentasse chegar, mesmo com o carro morrendo, à oficina.

E lá fui eu. Ligava, sacudia, perdia força e morria. Acho que fiz esta rotina pelo menos umas dez vezes do posto até a oficina. Mas cheguei. O mecânico ainda não. “Estou numa loja de carros, chego já”, me disse por telefone.

Levou cerca de 40 minutos até ele aparecer e, nesta hora, fui mostrar o problema que, claro, não apareceu. Eu achei que esse tipo de coisa só acontecesse com computadores e técnicos de informática. Mas lá estava o carro funcionando que era uma beleza.

Desafiei então o mecânico a dar uma volta no quarteirão com o carro que há pouco não andava nem 50 metros sem morrer. Fiz o quarteirão, uma, duas e até três vezes e o carro não morreu.

Mesmo assim o mecânico me disse que se fosse como eu estava dizendo só poderia ser uma coisa: a bomba de combustível. Meu Deus, pensei, lá vou eu ficar sem o carro mais uma semana. Mas Deca, o mecânico patoense, disse que seria rápido. E sugeriu: “vá para o trabalho e depois você pega o carro”.

Eu já conheço esta história e assim que o dono deixa a oficina o seu carro passa a ser o último da fila e a menor das prioridades. Eu prefiro esperar aqui, respondi já me acomodando no carro.

Trocando em miúdos para não prolongar o texto tanto quanto foi a minha espera, depois de autorizada a compra da peça, que custou R$ 150, a troca começou. A tal bomba fica em baixo do banco traseiro. Só para os camaradas conseguirem tirar o banco demorou uns 20 minutos!

Quando eram cerca de 17h30, o serviço terminou e eu fui liberado. A troca da bomba em si demorou uns 40 segundos, mas eu perdi uma tarde inteira no processo e ainda ganhei um perfume de gasolina no estofamento que certamente ainda ficará lá por mais alguns dias.

Só para saber, perguntei ainda para Deca o que eu precisaria trocar nos próximos meses, já que meu carro está com 98 mil km rodados. Ele previu que será necessário trocar correias e rolamentos do motor. Não ousei perguntar o preço.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

publicidade