Dois dos mais recentes lançamentos da Peugeot no Brasil, o sedã 508 e o cupê cabriolé 308 CC, serão os modelos oficiais da edição 2012 do Festival Varilux de Cinema Francês. O evento, que acontece entre os dias 15 e 23 de agosto, exibirá as mais atuais produções cinematográficas francesas simultaneamente em 45 salas de cinema de 32 cidades.
No Rio de Janeiro, sede do festival, e em São Paulo, além da exibição dos filmes, serão realizados encontros entre o público e os artistas convidados, que serão transportados nos veículos 508, sedã de luxo da Marca, 308 CC, conversível que é um dos mais charmosos modelos do mercado nacional, além docrossover 3008 e do sedã médio 408 – os dois últimos, recentemente eleitos “Melhor Compra 2012” pela revista Quatro Rodas em suas respectivas categorias.
O apoio cultural da Peugeot a um evento como esse é importante para a interação entre as culturas brasileira e francesa, oferecendo à população um acesso maior ao que há de inédito e mais moderno no cinema francês. Além disso, é uma excelente forma de colocar os produtos da Marca à disposição de um público especial e diferenciado.
Nomes importantes estarão presentes no Rio de Janeiro e em São Paulo. Aclamada pelo seu trabalho no longa “Caramelo”, a diretora e atriz franco-libanesa Nadine Labaki vem ao país para divulgar o seu novo filme “E agora, aonde vamos?”. Além de Nadine, as atrizes Agathe Bonitzer, protagonista de "Uma garrafa no mar de Gaza", Isabelle Candelier, de “Adeus Berthe o enterro da vovó”, e Astrid Bergès- Frisbey, protagonista de "A filha do Pai". Moussa Touré, diretor senegalês de "O barco da esperança" (La Pirogue), Thierry Binistri diretor de “Uma garrafa no mar de Gaza”, Jean-Pierre Denis, diretor de “Aqui embaixo”, e Khaled Mouzanar, compositor da trilha sonora de “E Agora, Aonde Vamos?”, também estão confirmados.
Sucesso em 2011, o Festival Varilux de Cinema Francês teve mais de 45 mil espectadores. A programação completa do evento pode ser conferida no site www.variluxcinefrances.com.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Mini Coupé JCW
Divisão John Cooper Worksoferece preparou o Mini Coupé JCW que acaba de desembarcar nas lojas brasileiras. O modelo tem motor 1.6 16V com potência de 214 cv. 0 a 100 km/h em 6,1 segundos e velocidade máxima de 240 km/h é a promessa. O custo, R$ 149.950,00.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Chegaram! Novos Gol e Voyage já estão à venda
A Volkswagen comunicou que os novos Gol e Voyage já estão disponíveis para compra nas revendas brasileiras da marca para aproveitar as prováveis últimas três semanas de desconto no IPI. Nas versões de entrada, com o bloco 1.0 flex, o Gol parte de R$ 27.990 e o Voyage, de R$ 29.990.
Etios começa a ser produzido em nova fábrica do Brasil
Desenvolvido para o mercado brasileiro, o novo Toyota Etios é o primeiro compacto da marca no Brasil. Os japoneses resolveram investir no filão de carro que mais vende por aqui e vão concorrer com os VW Gol, Fiat Uno e Nissan March, entre outros. O Etios terá dois tipos de motorização. A versão hatchback será equipada com propulsores de 1.3 e 1.5 flex, ambos com 16 válvulas. Já o sedã virá com o motor 1.5.
Segundo a Toyota, o modelo será oferecido com transmissão manual de cinco velocidades, que, em conjunto com os motores de última geração, proporcionarão excelente desempenho, dirigibilidade e um dos melhores índices de consumo de combustível da categoria.
De acordo com as informações divulgadas, a carroceria do compacto foi concebida seguindo os “rígidos padrões de qualidade da Toyota”. O Etios sairá de fábrica já equipado com freios ABS e airbag de série.
Esta semana a Toyota inaugurou uma nova fábrica em Sorocaba (SP), a terceira no Brasil. Ela será a responsável por fabricar o novo Etios custou, segundo a marca, U$ 600 milhões. A fábrica, aliás, já começa a produzir o Etios no mês de setembro.
A capacidade de produção inicial será de 70 mil veículos por ano e serão gerados 1.500 empregos diretos. E, segundo a marca, o aumento de produção será considerado de acordo com a demanda do mercado.
A nova unidade da Toyota do Brasil tem tamanho total de 3,7 milhões de metros quadrados e é a primeira do País desenvolvida totalmente com o conceito Ecofactory da Toyota, o mesmo utilizado na matriz, no Japão.
A metodologia consiste em reduzir anualmente a emissão de resíduos gerados, compostos orgânicos voláteis (VOCs) e emissões de CO2, (dióxido de carbono, o principal responsável pelo efeito estufa), além de reutilização das águas pluviais e preservação da área.
Primeiro Etios
O primeiro Etios sedã será doado para a entidade não-governamental Associação Bom Pastor, ligada à Pastoral do Menor, que realiza trabalho de assistência a crianças carentes na cidade de Sorocaba (SP), como parte dos trabalhos beneficentes da Toyota.
Texto publicado originalmente na coluna Autonews do Jornal da Paraíba, em 12/08/2012.
Segundo a Toyota, o modelo será oferecido com transmissão manual de cinco velocidades, que, em conjunto com os motores de última geração, proporcionarão excelente desempenho, dirigibilidade e um dos melhores índices de consumo de combustível da categoria.
De acordo com as informações divulgadas, a carroceria do compacto foi concebida seguindo os “rígidos padrões de qualidade da Toyota”. O Etios sairá de fábrica já equipado com freios ABS e airbag de série.Esta semana a Toyota inaugurou uma nova fábrica em Sorocaba (SP), a terceira no Brasil. Ela será a responsável por fabricar o novo Etios custou, segundo a marca, U$ 600 milhões. A fábrica, aliás, já começa a produzir o Etios no mês de setembro.
A capacidade de produção inicial será de 70 mil veículos por ano e serão gerados 1.500 empregos diretos. E, segundo a marca, o aumento de produção será considerado de acordo com a demanda do mercado.
A nova unidade da Toyota do Brasil tem tamanho total de 3,7 milhões de metros quadrados e é a primeira do País desenvolvida totalmente com o conceito Ecofactory da Toyota, o mesmo utilizado na matriz, no Japão.
A metodologia consiste em reduzir anualmente a emissão de resíduos gerados, compostos orgânicos voláteis (VOCs) e emissões de CO2, (dióxido de carbono, o principal responsável pelo efeito estufa), além de reutilização das águas pluviais e preservação da área. Primeiro Etios
O primeiro Etios sedã será doado para a entidade não-governamental Associação Bom Pastor, ligada à Pastoral do Menor, que realiza trabalho de assistência a crianças carentes na cidade de Sorocaba (SP), como parte dos trabalhos beneficentes da Toyota.
Texto publicado originalmente na coluna Autonews do Jornal da Paraíba, em 12/08/2012.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Land Rover de Bob Marley será restaurada
A história pode ser contada e resgatada não só por livros, mas de diferentes maneiras. Uma delas é por meio de bens materiais, como automóveis por exemplo. E se o item pertenceu a alguém famoso, estas memórias ganham um valor histórico e cultural ainda maior.
A caminhonete Land Rover Defender Série III, ano 1976, usada pelo astro do reggae Bob Marley é uma destas relíquias e será restaurada. O veículo que não é utilizado há 35 anos ficava em exposição no museu que leva o nome do músico em Kingston, na Jamaica.
No local, a caminhonete estava exposta coberta apenas por um toldo. A reforma do utilitário ficará sob a responsabilidade da Land Rover América Latina, com matriz no Brasil.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Testando o Fiat Freemont
Carro de família. Esta é a melhor definição do Fiat Freemont, primeiro carro “nascido” da parceria entre a Fiat e a Chrysler. Nascido entre aspas porque na verdade ele é uma versão de um carro que já existia, o Dodge Journey. No entanto, o fato de não ser exatamente novo, não diminui suas qualidades.
Depois de passar um dia com um modelo emprestado pela Capital Fiat, concessionária de João Pessoa, foi possível perceber alguns prós e contras da SUV que é sucesso de vendas, sobretudo na sua versão de sete lugares. Os preços vão de R$ 85.190,00 a R$ 97.926,00 na loja local.
Começando com os “prós”, o Freemont é um carro alto, rodas de 17” e suspensão alta deixam os ocupantes bem longe do chão. Na primeira fileira de bancos, ocupadas pelo motorista e um passageiro, o conforto é total. As poltronas grandes e cheias de regulagens garantem uma boa postura.
A tecnologia embarcada também é um ponto positivo: conexão via Bluthooth, tela de LCD no painel com várias informações do computador de bordo e outra com touchscreen no console central que controla o ar-condicionado digital, as luzes do internas, a conexão com aparelhos de som ou celulares, entre outros.
Mas o ponto alto do Freemont é a presença de porta-trecos sob bancos, nas portas, no painel e no teto. Há ainda, junto do espelho retrovisor interno um outro espelho para que o motorista possa ficar de olho no que se passa nos bancos traseiros sem precisar olhar para trás.
Repare que entre as melhores características da SUV não há grandes segredos, mas são “ferramentas” muito úteis para um carro que leva uma família inteira. E uma solução que me agradou em especial foi o fato de os bancos traseiros terem um acento que pode ser elevado, simulando uma cadeirinha para crianças pequenas. O que mostra como os desenvolvedores deste veículo pensaram em como resolver pequenos problemas de um carro familiar.
Outra qualidade que fica muito clara é a facilidade com que os bancos podem ser rebatidos. Por serem bipartidos, permitem 32 opções de travamento. Assim, o carro que pode ter até sete lugares, pode também virar uma caminhonete com quase todo espaço interno disponível para carga.
Mas chegou a hora dos pontos negativos, e o Freemont tem alguns. A começar pelo motor 2.4l de 16v, quatro cilindros e câmbio de apenas quatro marchas. O motor além de pequeno para os quase cinco metros de comprimento e quase duas toneladas, tem poucas marchas e acaba sempre esticando a aceleração em cada uma delas. Aliás, em alguns momentos a alta rotação do motor antes da mudança de marcha chegou a assustar. O que torna o carro, que aceita apenas gasolina, pouco econômico.
Outro efeito desta “incompatibilidade” entre o motor e o carro é ainda ainda mais frustrante para o motorista desavisado. O Freemont não responde ao pisar forte do acelerador. Ou melhor, responde sonoramente, com o motor gritando, mas isso não se converte em aceleração real. A fábrica diz que a SUV faz de 0-100km/h em 13,6s, mas durante o curto test drive isso não se concretizou.
Texto publicado originalmente em 5 de agosto de 2012 da Coluna Autonews do Jornal da Paraíba.
Depois de passar um dia com um modelo emprestado pela Capital Fiat, concessionária de João Pessoa, foi possível perceber alguns prós e contras da SUV que é sucesso de vendas, sobretudo na sua versão de sete lugares. Os preços vão de R$ 85.190,00 a R$ 97.926,00 na loja local.
Começando com os “prós”, o Freemont é um carro alto, rodas de 17” e suspensão alta deixam os ocupantes bem longe do chão. Na primeira fileira de bancos, ocupadas pelo motorista e um passageiro, o conforto é total. As poltronas grandes e cheias de regulagens garantem uma boa postura.
A tecnologia embarcada também é um ponto positivo: conexão via Bluthooth, tela de LCD no painel com várias informações do computador de bordo e outra com touchscreen no console central que controla o ar-condicionado digital, as luzes do internas, a conexão com aparelhos de som ou celulares, entre outros.
Mas o ponto alto do Freemont é a presença de porta-trecos sob bancos, nas portas, no painel e no teto. Há ainda, junto do espelho retrovisor interno um outro espelho para que o motorista possa ficar de olho no que se passa nos bancos traseiros sem precisar olhar para trás.
Repare que entre as melhores características da SUV não há grandes segredos, mas são “ferramentas” muito úteis para um carro que leva uma família inteira. E uma solução que me agradou em especial foi o fato de os bancos traseiros terem um acento que pode ser elevado, simulando uma cadeirinha para crianças pequenas. O que mostra como os desenvolvedores deste veículo pensaram em como resolver pequenos problemas de um carro familiar.
Outra qualidade que fica muito clara é a facilidade com que os bancos podem ser rebatidos. Por serem bipartidos, permitem 32 opções de travamento. Assim, o carro que pode ter até sete lugares, pode também virar uma caminhonete com quase todo espaço interno disponível para carga.
Mas chegou a hora dos pontos negativos, e o Freemont tem alguns. A começar pelo motor 2.4l de 16v, quatro cilindros e câmbio de apenas quatro marchas. O motor além de pequeno para os quase cinco metros de comprimento e quase duas toneladas, tem poucas marchas e acaba sempre esticando a aceleração em cada uma delas. Aliás, em alguns momentos a alta rotação do motor antes da mudança de marcha chegou a assustar. O que torna o carro, que aceita apenas gasolina, pouco econômico.
Outro efeito desta “incompatibilidade” entre o motor e o carro é ainda ainda mais frustrante para o motorista desavisado. O Freemont não responde ao pisar forte do acelerador. Ou melhor, responde sonoramente, com o motor gritando, mas isso não se converte em aceleração real. A fábrica diz que a SUV faz de 0-100km/h em 13,6s, mas durante o curto test drive isso não se concretizou.
Texto publicado originalmente em 5 de agosto de 2012 da Coluna Autonews do Jornal da Paraíba.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Renault anuncia ampliação da Fábrica de Motores no Brasil
A Renault anuncia hoje a expansão da atual capacidade produtiva da Fábrica de Motores em mais 100.000 unidades por ano. A produção anual vai passar dos atuais 400.000 para 500.000 motores. O anúncio é realizado no mesmo dia em que é inaugurado um novo prédio da estamparia com a presença do Governador do Estado do Paraná, Beto Richa, no Complexo Ayrton Senna (PR), onde estão instaladas as fábricas da marca no Brasil.
Inaugurada em 1999, a Fábrica de Motores terá sua capacidade produtiva aumentada em 25%, passando de atuais 400.000 para 500.000 unidades por ano a partir de 2013. Cerca de 40% desse volume é destinado à exportação. Desde o início de suas operações, a fábrica já produziu cerca de 2,5 milhões de motores e exportou mais de 1,2 milhão de unidades. Para a expansão da fábrica, sua área total será ampliada em 5.000 m2.
Já a inauguração do novo prédio da estamparia marca o início das operações da nova linha de cortes de chapa de aço, fundamental para garantir agilidade e produtividade à fabricação neste momento de expansão da capacidade instalada no Brasil. A nova área, de 4.300m2, será responsável por uma produção de 284.000 peças/mês até o final do ano. A linha de corte é a área onde se inicia o processo de fabricação dos veículos, transformando bobinas de aço em chapas que passarão pelas linhas de prensa para serem estampadas.
Todas essas operações fazem parte da estratégia de crescimento da marca no País, que prevê:
- ampliação da capacidade produtiva de veículos (de 280.000 para 380.000 unidades/ano)
- ampliação da capacidade produtiva de motores (de 400.000 para 500.000 unidades/ano);
- ampliação da rede comercial (230 pontos de venda em 2012, um aumento de 30 concessionárias em relação a 2011);
- atualização (Novo Sandero em 2011) e reforço da gama de produtos (Fluence e Duster em 2011).
A Renault fechou o primeiro semestre de 2012, com 110.536 veículos comercializados, o que representa um crescimento de 37,3%, comparando-se com 2011. O sucesso comercial foi impulsionado, entre outros, pelas vendas dos modelos Sandero (44.527 unidades), Duster (18.114 unidades) e Logan (16.696 unidades) que garantiram uma participação de mercado de 6,8%.
Em âmbito global, o mercado brasileiro continua sendo o segundo mais importante para a Renault. No acumulado de 2012, com volume total de 310.260 unidades, a França está em primeiro lugar, seguido do Brasil (110.536), da Rússia (95.579), da Alemanha (88.543) e da Argentina (63.275).
Inaugurada em 1999, a Fábrica de Motores terá sua capacidade produtiva aumentada em 25%, passando de atuais 400.000 para 500.000 unidades por ano a partir de 2013. Cerca de 40% desse volume é destinado à exportação. Desde o início de suas operações, a fábrica já produziu cerca de 2,5 milhões de motores e exportou mais de 1,2 milhão de unidades. Para a expansão da fábrica, sua área total será ampliada em 5.000 m2.
Já a inauguração do novo prédio da estamparia marca o início das operações da nova linha de cortes de chapa de aço, fundamental para garantir agilidade e produtividade à fabricação neste momento de expansão da capacidade instalada no Brasil. A nova área, de 4.300m2, será responsável por uma produção de 284.000 peças/mês até o final do ano. A linha de corte é a área onde se inicia o processo de fabricação dos veículos, transformando bobinas de aço em chapas que passarão pelas linhas de prensa para serem estampadas.
Todas essas operações fazem parte da estratégia de crescimento da marca no País, que prevê:
- ampliação da capacidade produtiva de veículos (de 280.000 para 380.000 unidades/ano)
- ampliação da capacidade produtiva de motores (de 400.000 para 500.000 unidades/ano);
- ampliação da rede comercial (230 pontos de venda em 2012, um aumento de 30 concessionárias em relação a 2011);
- atualização (Novo Sandero em 2011) e reforço da gama de produtos (Fluence e Duster em 2011).
A Renault fechou o primeiro semestre de 2012, com 110.536 veículos comercializados, o que representa um crescimento de 37,3%, comparando-se com 2011. O sucesso comercial foi impulsionado, entre outros, pelas vendas dos modelos Sandero (44.527 unidades), Duster (18.114 unidades) e Logan (16.696 unidades) que garantiram uma participação de mercado de 6,8%.
Em âmbito global, o mercado brasileiro continua sendo o segundo mais importante para a Renault. No acumulado de 2012, com volume total de 310.260 unidades, a França está em primeiro lugar, seguido do Brasil (110.536), da Rússia (95.579), da Alemanha (88.543) e da Argentina (63.275).
Assinar:
Postagens (Atom)
publicidade







