terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Kia Optima é nomeado ‘Carro Internacional do Ano’ nos Estados Unidos
A Kia Motors América anunciou hoje que a revista Road & Travel nomeou o Kia Optima 2013 como o ‘Carro Internacional do Ano’ no Salão do Automóvel de Detroit. Modelo mais vendido da Kia nos Estados Unidos em 2012, ele foi eleito pelo design deslumbrante combinado com itens modernos.
“Estamos muito contentes por nosso Optima ter sido eleito ‘Carro Internacional do Ano’ (ICOTY) pela revista Road & Travel, elevando ainda mais seu status no segmento de médios”, disse Michael Sprague, vice-presidente executivo de marketing e comunicação da KMA. “O modelo continua a atrair novos clientes para a marca Kia, oferecendo uma impressionante combinação de design, conforto, desempenho e tecnologia.”
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Peugeot comercializará 208 Premier por R$ 54.990
A Peugeot celebra a chegada ao Brasil de seu mais novo modelo, o hatchback compacto 208, com uma edição especial de conteúdo exclusivo. Limitada em 208 unidades, o 208 Premier será entregue aos clientes da Marca um mês antes do lançamento oficial do veículo, marcado para 13 de abril.
Cerca de 3.300 pessoas participaram da ação por meio de um hot site específico e no próprio estande da Peugeot no Salão do Automóvel de São Paulo, ocorrido em outubro de 2012, evento em que o modelo foi apresentado ao público brasileiro.
Os interessados serão comunicados pela Marca nesta terça-feira (15) dos próximos passos: preenchimento de uma ficha cadastral para geração da nota fiscal e pagamento de um sinal de R$ 5 mil até o dia 21. O valor residual deverá ser quitado até o dia 28/02. O 208 Premier será então entregue ao cliente na concessionária indicada por ele no momento do cadastro no dia 14/03.
2008: Peugeot lança novo crossover
A Peugeot acaba de lançar o crossover 2008 destinado a uma clientela mundial. O modelo será produzido na França (Mulhouse), na China (Wuhan) e no Brasil (Porto Real/RJ). Com motores Diesel e-HDi e 3 cilindros a gasolina, o carro tem emissões de CO2 a partir de 99g/km.
A marca francesa buscou associar a condução de um sedã e a robustez de um SUV. “Com o 2008, a marca dispõe do veículo para consolidar sua posição de líder do segmento na Europa e para conquistar novos clientes na Ásia e na América Latina”, diz Maxime Picat, diretor geral da Peugeot.
“Criar o 2008 foi um verdadeiro desafio, mas já tínhamos uma ideia bem definida do veículo que queríamos oferecer aos clientes. O estilo, definido já nas fases iniciais, não sofreu nenhuma modificação importante até se chegar ao modelo de série”, Eric Dejou, responsável pelo estilo do 2008.
Com sua posição elevada, o 2008 é equipado com pneus Mud & Snow e rodas de 17 polegadas diamantadas com acabamento fosco. Sua forma particular em arco permite assentar o 2008 no solo e ao mesmo tempo sustentá-lo com leveza.
Os para-choques e a parte inferior da carroceria na cor preta ajudam a preservar o veículo, assim como os protetores dianteiros e traseiros e os frisos laterais de aço inoxidável.A frente adota os códigos estilísticos da Marca. O capô expressa a proteção, a robustez e a leveza do 2008. Os faróis inéditos são projetados levando em conta as funções técnicas. Afilados, eles lembram a pupila de um felino.

As vastas superfícies envidraçadas, incluindo o teto panorâmico, proporcionam um espaço interno espaçoso e aberto para seu entorno.
O porta-malas tem piso baixo e o teto dispõe de uma ondulação dinâmica, inspirado no RCZ. A ampla tampa está enquadrada por faróis fixados na carroceria. Flutuando em seu interior, três “garras” iluminadas por LEDs parecem suspensas.
Texto publicado originalmente na coluna Autonews do Jornal da Paraíba no dia 13 de janeiro de 2013.
sábado, 12 de janeiro de 2013
Renault cresce 24,3% em 2012
2012 foi marcado por um excelente desempenho para a Renault, que figura entre as marcas automotivas que mais se destacaram no Brasil nos últimos anos. Pelo terceiro ano consecutivo com crescimento acima do mercado, a Renault emplacou mais de 241.000 unidades, o que representa um aumento de 24,3% em relação a 2011, frente a um mercado que cresceu 6,1% na mesma comparação. No ano, a participação de mercado foi de 6,65% (vs 5,67% em 2011).
"A combinação entre oferta de novos produtos, ampliação da rede comercial e presença da marca em diversas ações no País contribuiu para que atingíssemos crescimento quatro vezes acima do mercado brasileiro pelo 3º ano consecutivo", afirma Olivier Murguet, Presidente da Renault do Brasil.
Para atingir alcançar esse resultado foi fundamental a estratégia de ampliação e renovação da gama de produtos – com a chegada de modelos como Novo Clio, Fluence GT, Duster Tech Road, Sandero GT Line e nova linha de motores; expansão da rede comercial, com um aumento de 15% de concessionárias em todo o País; além dos investimentos para a ampliação da capacidade produtiva, que saltará de 280.000 para 380.000 carros por ano a partir de março de 2013.
"A combinação entre oferta de novos produtos, ampliação da rede comercial e presença da marca em diversas ações no País contribuiu para que atingíssemos crescimento quatro vezes acima do mercado brasileiro pelo 3º ano consecutivo", afirma Olivier Murguet, Presidente da Renault do Brasil.
Para atingir alcançar esse resultado foi fundamental a estratégia de ampliação e renovação da gama de produtos – com a chegada de modelos como Novo Clio, Fluence GT, Duster Tech Road, Sandero GT Line e nova linha de motores; expansão da rede comercial, com um aumento de 15% de concessionárias em todo o País; além dos investimentos para a ampliação da capacidade produtiva, que saltará de 280.000 para 380.000 carros por ano a partir de março de 2013.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Kia Motors encerra 2012 com crescimento de 9,3% nas vendas globais
A Kia Motors Corporation anunciou hoje que seus números de vendas globais de carros de passageiros (exportações, vendas domésticas e vendas de plantas fora da Coreia), veículos de lazer (RVs) e veículos comerciais em 2012 atingiram a maior alta de todos os tempos, de 2.710.017 unidades, reforçando a posição da Kia como uma das montadoras de crescimento mais rápido do mundo. Esse total significa aumento de 9,3% em relação ao ano anterior e assinala a primeira vez na história que a empresa superou a marca de 2,7 milhões de unidades vendidas.
Por região, a Kia obteve crescimento nas vendas em relação a igual período do ano anterior na Europa (571.033 unidades, crescimento de 19,5% – incluindo Europa Ocidental e Oriental), na América do Norte (635.399 unidades, crescimento de 15,4%), na China (512.167 unidades, crescimento de 11%) e nos mercados gerais (509.358unidades, crescimento de 2,7% – incluindo América Central e do Sul, Caribe, Ásia – com exceção de China e Coreia – , Pacífico, Oriente Médio e África). A Kia assinalou vendas de 482.060 unidades na Coreia, queda de 2,2%.
Por região, a Kia obteve crescimento nas vendas em relação a igual período do ano anterior na Europa (571.033 unidades, crescimento de 19,5% – incluindo Europa Ocidental e Oriental), na América do Norte (635.399 unidades, crescimento de 15,4%), na China (512.167 unidades, crescimento de 11%) e nos mercados gerais (509.358unidades, crescimento de 2,7% – incluindo América Central e do Sul, Caribe, Ásia – com exceção de China e Coreia – , Pacífico, Oriente Médio e África). A Kia assinalou vendas de 482.060 unidades na Coreia, queda de 2,2%.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Chevrolet patrocina campeonato paraibano de futebol
Nos próximos dois anos (2013 e 2014), a Chevrolet será a patrocinadora máster de 20 campeonatos estaduais de futebol, incluindo o da Paraíba. A ação faz parte de uma estratégia global da Chevrolet de ser a marca mais próxima dos clientes.
"Uma das formas de nos aproximarmos dos clientes da Chevrolet é a presença da marca no esporte mais popular do mundo o que, no Brasil, significa estar no futebol. Estamos realmente empenhados em associar duas grandes paixões dos brasileiros, carro e futebol", afirma Santiago Chamorro, diretor Geral de Marketing, Vendas & Pós-Vendas da GM do Brasil e América do Sul.
"Uma das formas de nos aproximarmos dos clientes da Chevrolet é a presença da marca no esporte mais popular do mundo o que, no Brasil, significa estar no futebol. Estamos realmente empenhados em associar duas grandes paixões dos brasileiros, carro e futebol", afirma Santiago Chamorro, diretor Geral de Marketing, Vendas & Pós-Vendas da GM do Brasil e América do Sul.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Hyundai Veloster testado em João Pessoa
Apesar da política da Hyundai de não emprestar carros a jornalistas para testes, eu tive o prazer de experimentar o Veloster brasileiro. E confesso, foi legal. Mas foi bom principalmente porque me remeteu a outros testes, em outros tempos. Me lembrou quando eu dirigi pela primeira vez um VW Puma.
Vamos lá. Logo de cara, olhando de fora, o que se vê é um carro arrojado, baixo no teto e no assoalho. É um carro pronto para correr. Suas linhas laterais dão a impressão de que o cupê está andando, mesmo que quando está parado. Na frente, uma cara de mau. Exatamente como o VW com carcaça de fibra de vidro.
Ah, mas tem aquela terceira porta no banco de trás. Maldita porta que não me cabe. Aliás, o banco de trás, coisa que no Puma não existia, é praticamente figurativo já que depois de passar pela portinhola meu pé não coube direito atrás do banco do passageiro.
Uma vez sentado no banco do motorista a história é outra. Espaço de sobra, ótimo encaixe na poltrona, boa visão do que se passa do lado de fora e uma posição com pernas esticadas para alcançar os pedais. Coisa de carro de corrida. E de Puma.
Quando se liga o motor a gasolina de 1.6l com transmissão automática, o ronco é bonito. Barulho de carro que quer correr. Mas quando se acelera na rua, percebe-se que a propaganda é maior que a disposição do coreano. Ele é, na verdade, um carro de passeio comum (bem comum mesmo) com uma roupa de corrida.
E não é exatamente isso que o Puma é? Um Fusca, dos antigos, com uma cobertura de carro esportivo? Não foi à toa que me senti de volta num Volkswagen. A diferença é que no caso dos coreanos da Hyundai a promessa e o preço são de carrões, mas na prática o Veloster empolga mais pela imagem que passa do que pelo que realmente é.
Aliás, pouco tempo depois de ser lançado no Brasil, o cupê coreano passou maus bocados por conta de denúncias feitas por compradores e até por especialistas sobre a potência e tipo do motor serem diferentes do que havia sido divulgado antes e na hora da venda.
Bem, pelo pouco que acelerei, o Veloster me pareceu gritar mais que andar. Coisa que, neste caso, diferiu do Puma. O esportivo brasileiro da década de 70 gritava alto com seu motor 1600 de Fusca ou Kombi, mas a carcaça de fibra deixava o conjunto todo leve e o carro andava muito.
Mas ainda há outras semelhanças entre os dois. A suspensão dura e o freio a tambor são negativas. A boa dirigibilidade e estabilidade são características que agradam tanto em um quanto no outro.
Texto publicado originalmente no dia 6 de janeiro de 2013 na coluna Autonews do Jornal da Paraíba.
Vamos lá. Logo de cara, olhando de fora, o que se vê é um carro arrojado, baixo no teto e no assoalho. É um carro pronto para correr. Suas linhas laterais dão a impressão de que o cupê está andando, mesmo que quando está parado. Na frente, uma cara de mau. Exatamente como o VW com carcaça de fibra de vidro.
Ah, mas tem aquela terceira porta no banco de trás. Maldita porta que não me cabe. Aliás, o banco de trás, coisa que no Puma não existia, é praticamente figurativo já que depois de passar pela portinhola meu pé não coube direito atrás do banco do passageiro.
Uma vez sentado no banco do motorista a história é outra. Espaço de sobra, ótimo encaixe na poltrona, boa visão do que se passa do lado de fora e uma posição com pernas esticadas para alcançar os pedais. Coisa de carro de corrida. E de Puma.
Quando se liga o motor a gasolina de 1.6l com transmissão automática, o ronco é bonito. Barulho de carro que quer correr. Mas quando se acelera na rua, percebe-se que a propaganda é maior que a disposição do coreano. Ele é, na verdade, um carro de passeio comum (bem comum mesmo) com uma roupa de corrida.
E não é exatamente isso que o Puma é? Um Fusca, dos antigos, com uma cobertura de carro esportivo? Não foi à toa que me senti de volta num Volkswagen. A diferença é que no caso dos coreanos da Hyundai a promessa e o preço são de carrões, mas na prática o Veloster empolga mais pela imagem que passa do que pelo que realmente é.
Aliás, pouco tempo depois de ser lançado no Brasil, o cupê coreano passou maus bocados por conta de denúncias feitas por compradores e até por especialistas sobre a potência e tipo do motor serem diferentes do que havia sido divulgado antes e na hora da venda.
Bem, pelo pouco que acelerei, o Veloster me pareceu gritar mais que andar. Coisa que, neste caso, diferiu do Puma. O esportivo brasileiro da década de 70 gritava alto com seu motor 1600 de Fusca ou Kombi, mas a carcaça de fibra deixava o conjunto todo leve e o carro andava muito.
Mas ainda há outras semelhanças entre os dois. A suspensão dura e o freio a tambor são negativas. A boa dirigibilidade e estabilidade são características que agradam tanto em um quanto no outro.
Texto publicado originalmente no dia 6 de janeiro de 2013 na coluna Autonews do Jornal da Paraíba.
Carros têm venda recorde na Paraíba
As vendas de veículos de passeio e comerciais leves (tipo picape) registraram números recordes na Paraíba em 2012, segundo informou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Com um total de 41,330 mil unidades comercializadas no ano passado, o Estado apresentou uma alta de 6,25% sobre o ano anterior (38,898 mil), variação atribuída por empresários do setor à redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) anunciado em maio do ano passado. O último recorde de vendas havia sido em 2010, quando a Paraíba somou 39,260 mil veículos vendidos. No país, a alta foi de 6,1%.
Além do IPI reduzido e dos novos modelos que chegaram ao mercado, o recorde é interpretado pelo diretor regional da Fenabrave-PB, Paulo Guedes, como reflexo da nova realidade dos consumidores paraibanos de outras classes sociais como, por exemplo, a classe C tem hoje maior capacidade financeira, o que permite a aquisição de veículos, "As classes A e B conseguem trocar de carro com mais frequência, comprando inclusive modelos de maior valor agregado”, justificou o diretor.
Para 2013, as expectativas são de altas vendas em virtude desse poder aquisitivo da população. “O mercado deve continuar com um ótimo desempenho este ano, até porque muitas concessionárias ainda estão com o estoque do ano passado, que seguem com o IPI reduzido”, completa Paulo Guedes.
Na concessionária Autovia ainda é possível encontrar alguns modelos com os preços de 2012, apesar da alta demanda do último mês. O gerente Fábio Moura diz que "dezembro foi o melhor mês do ano, porque além da redução total do IPI ainda contamos com o pagamento do 13° salário e estamos com alguns modelos que foram faturados até dezembro e se mantêm com os preços mais baixos”, contou, afirmando que 1,860 mil unidades foram vendidas na concessionária em 2012 sobre 1,490 mil no ano anterior (variação de 24,8%).
Segundo a Fenabrave-PB, o segmento de carros elevou 15,31% suas vendas em dezembro em relação ao mês anterior, saindo de 3,415 mil vendas e chegando a 3,938 mil. Já na comparação com o último mês de 2011 essa variação chegou a 13,29%, quando foram totalizadas 3,476 mil vendas de autos e comerciais leves.
Entre as marcas que alavancaram a procura no último ano estiveram a Fiat e a GM, que, com participações de 23% e 22,9%, respectivamente, disputaram o mercado paraibano carro a carro. “Nossa aposta é que 2013 traga resultados ainda melhores”, finalizou Fábio.
Segundo ainda o ranking da Fenabrave, a Volkswagen com 20,26% ficou na terceira posição e próximo às duas marcas líderes do mercado paraibano. Já as demais, como Ford (7,72%), Renault (6,50%), Toyota (4,29%), Nissan (3,89%), Hyundai (3,02%) e Honda (2,11%) completam a lista das concessionárias de maior representatividade em 2012.
O gerente da concessionária Brazmotors, Luciano Dantas, não pensa diferente.
“Estaremos com uma disponibilidade de modelos bem maior em 2013 e a expectativa é que isso motive ainda mais as vendas, que já foram acima do esperado no segundo semestre do ano passado”, comentou, apontando os meses de agosto e dezembro como os melhores em vendas no último ano.
De Hallita Avelar
Do Jornal da Paraíba
Além do IPI reduzido e dos novos modelos que chegaram ao mercado, o recorde é interpretado pelo diretor regional da Fenabrave-PB, Paulo Guedes, como reflexo da nova realidade dos consumidores paraibanos de outras classes sociais como, por exemplo, a classe C tem hoje maior capacidade financeira, o que permite a aquisição de veículos, "As classes A e B conseguem trocar de carro com mais frequência, comprando inclusive modelos de maior valor agregado”, justificou o diretor.
Para 2013, as expectativas são de altas vendas em virtude desse poder aquisitivo da população. “O mercado deve continuar com um ótimo desempenho este ano, até porque muitas concessionárias ainda estão com o estoque do ano passado, que seguem com o IPI reduzido”, completa Paulo Guedes.
Na concessionária Autovia ainda é possível encontrar alguns modelos com os preços de 2012, apesar da alta demanda do último mês. O gerente Fábio Moura diz que "dezembro foi o melhor mês do ano, porque além da redução total do IPI ainda contamos com o pagamento do 13° salário e estamos com alguns modelos que foram faturados até dezembro e se mantêm com os preços mais baixos”, contou, afirmando que 1,860 mil unidades foram vendidas na concessionária em 2012 sobre 1,490 mil no ano anterior (variação de 24,8%).
Segundo a Fenabrave-PB, o segmento de carros elevou 15,31% suas vendas em dezembro em relação ao mês anterior, saindo de 3,415 mil vendas e chegando a 3,938 mil. Já na comparação com o último mês de 2011 essa variação chegou a 13,29%, quando foram totalizadas 3,476 mil vendas de autos e comerciais leves.
Entre as marcas que alavancaram a procura no último ano estiveram a Fiat e a GM, que, com participações de 23% e 22,9%, respectivamente, disputaram o mercado paraibano carro a carro. “Nossa aposta é que 2013 traga resultados ainda melhores”, finalizou Fábio.
Segundo ainda o ranking da Fenabrave, a Volkswagen com 20,26% ficou na terceira posição e próximo às duas marcas líderes do mercado paraibano. Já as demais, como Ford (7,72%), Renault (6,50%), Toyota (4,29%), Nissan (3,89%), Hyundai (3,02%) e Honda (2,11%) completam a lista das concessionárias de maior representatividade em 2012.
O gerente da concessionária Brazmotors, Luciano Dantas, não pensa diferente.
“Estaremos com uma disponibilidade de modelos bem maior em 2013 e a expectativa é que isso motive ainda mais as vendas, que já foram acima do esperado no segundo semestre do ano passado”, comentou, apontando os meses de agosto e dezembro como os melhores em vendas no último ano.
De Hallita Avelar
Do Jornal da Paraíba
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