Dois dias depois de arrumar a bomba de combustível, o carro dá pau novamente. O carro engasgava, reclamava, gritava e morria. Sem força para andar sequer um quarteirão, lá fui eu com o carro dando partida e morrendo para a oficina.
Cheguei. O mecânico, aquele que havia dito que tinha 90% de chance de ser a bomba, abriu o capô, olhou com um olho fechado e outro aberto com quem procura ângulo, depois com os dois olhos bem abertos, desta vez como quem está espantado ou descobriu alguma coisa. Descobriu.
Catucou um parafuso, pediu para dar a partida e acelerar. Voou um jato de gasolina pro lado dele que gritou: Pára!
Arrumou o que havia feito e pediu para ficar com o carro até o outro dia. Levaria o carro para um amigo que mexe com injeção eletrônica.
No outro dia fui buscar e me foi dito que agora estava tudo regulado e funcionando bem. Mas, e tem sempre um ‘mas’, “se der algum problema você me liga a qualquer hora que eu vou resolver”, me disse o mecânico patoense.
“Ah”, disse ele ratificando, “menos à meia noite que eu posso estar fazendo sexo”. Achei muito triste ter hora marcada para fazer sexo, mas aceitei a condição dele.
sábado, 15 de março de 2008
quarta-feira, 5 de março de 2008
Civic no prego: engasgou e morreu
E veio a segunda oficina. Para um carro que “nunca quebra” até que o meu tem me deixado bastante na rua. Ontem, indo para o trabalho, meu carro engasgou, reclamou e apagou. No meio da rua.
Deixei ele descansar um pouco, esfriar. Liguei novamente, estava em ordem. Segui. Mas menos de um quarteirão depois ele parou de novo. Dei a partida e ele pegou, segui. Desta vez, morreu logo. O carro engasgava, sacudia e morria.
Comecei então a fazer o caminho da oficina. Liguei para o mecânico que disse que logo estaria lá. Liguei o motor e o carro andou. Somente o suficiente para chegar a um poste de combustível. Lá, o frentista deu uma olhada e não soube dizer qual o problema.
Deixei o carro esfriar e nisso já tinha perdido boa parte do dia de trabalho. Falei com o mecânico uma segunda vez e ele me disse que tentasse chegar, mesmo com o carro morrendo, à oficina.
E lá fui eu. Ligava, sacudia, perdia força e morria. Acho que fiz esta rotina pelo menos umas dez vezes do posto até a oficina. Mas cheguei. O mecânico ainda não. “Estou numa loja de carros, chego já”, me disse por telefone.
Levou cerca de 40 minutos até ele aparecer e, nesta hora, fui mostrar o problema que, claro, não apareceu. Eu achei que esse tipo de coisa só acontecesse com computadores e técnicos de informática. Mas lá estava o carro funcionando que era uma beleza.
Desafiei então o mecânico a dar uma volta no quarteirão com o carro que há pouco não andava nem 50 metros sem morrer. Fiz o quarteirão, uma, duas e até três vezes e o carro não morreu.
Mesmo assim o mecânico me disse que se fosse como eu estava dizendo só poderia ser uma coisa: a bomba de combustível. Meu Deus, pensei, lá vou eu ficar sem o carro mais uma semana. Mas Deca, o mecânico patoense, disse que seria rápido. E sugeriu: “vá para o trabalho e depois você pega o carro”.
Eu já conheço esta história e assim que o dono deixa a oficina o seu carro passa a ser o último da fila e a menor das prioridades. Eu prefiro esperar aqui, respondi já me acomodando no carro.
Trocando em miúdos para não prolongar o texto tanto quanto foi a minha espera, depois de autorizada a compra da peça, que custou R$ 150, a troca começou. A tal bomba fica em baixo do banco traseiro. Só para os camaradas conseguirem tirar o banco demorou uns 20 minutos!
Quando eram cerca de 17h30, o serviço terminou e eu fui liberado. A troca da bomba em si demorou uns 40 segundos, mas eu perdi uma tarde inteira no processo e ainda ganhei um perfume de gasolina no estofamento que certamente ainda ficará lá por mais alguns dias.
Só para saber, perguntei ainda para Deca o que eu precisaria trocar nos próximos meses, já que meu carro está com 98 mil km rodados. Ele previu que será necessário trocar correias e rolamentos do motor. Não ousei perguntar o preço.
Deixei ele descansar um pouco, esfriar. Liguei novamente, estava em ordem. Segui. Mas menos de um quarteirão depois ele parou de novo. Dei a partida e ele pegou, segui. Desta vez, morreu logo. O carro engasgava, sacudia e morria.
Comecei então a fazer o caminho da oficina. Liguei para o mecânico que disse que logo estaria lá. Liguei o motor e o carro andou. Somente o suficiente para chegar a um poste de combustível. Lá, o frentista deu uma olhada e não soube dizer qual o problema.
Deixei o carro esfriar e nisso já tinha perdido boa parte do dia de trabalho. Falei com o mecânico uma segunda vez e ele me disse que tentasse chegar, mesmo com o carro morrendo, à oficina.
E lá fui eu. Ligava, sacudia, perdia força e morria. Acho que fiz esta rotina pelo menos umas dez vezes do posto até a oficina. Mas cheguei. O mecânico ainda não. “Estou numa loja de carros, chego já”, me disse por telefone.
Levou cerca de 40 minutos até ele aparecer e, nesta hora, fui mostrar o problema que, claro, não apareceu. Eu achei que esse tipo de coisa só acontecesse com computadores e técnicos de informática. Mas lá estava o carro funcionando que era uma beleza.
Desafiei então o mecânico a dar uma volta no quarteirão com o carro que há pouco não andava nem 50 metros sem morrer. Fiz o quarteirão, uma, duas e até três vezes e o carro não morreu.
Mesmo assim o mecânico me disse que se fosse como eu estava dizendo só poderia ser uma coisa: a bomba de combustível. Meu Deus, pensei, lá vou eu ficar sem o carro mais uma semana. Mas Deca, o mecânico patoense, disse que seria rápido. E sugeriu: “vá para o trabalho e depois você pega o carro”.
Eu já conheço esta história e assim que o dono deixa a oficina o seu carro passa a ser o último da fila e a menor das prioridades. Eu prefiro esperar aqui, respondi já me acomodando no carro.
Trocando em miúdos para não prolongar o texto tanto quanto foi a minha espera, depois de autorizada a compra da peça, que custou R$ 150, a troca começou. A tal bomba fica em baixo do banco traseiro. Só para os camaradas conseguirem tirar o banco demorou uns 20 minutos!
Quando eram cerca de 17h30, o serviço terminou e eu fui liberado. A troca da bomba em si demorou uns 40 segundos, mas eu perdi uma tarde inteira no processo e ainda ganhei um perfume de gasolina no estofamento que certamente ainda ficará lá por mais alguns dias.
Só para saber, perguntei ainda para Deca o que eu precisaria trocar nos próximos meses, já que meu carro está com 98 mil km rodados. Ele previu que será necessário trocar correias e rolamentos do motor. Não ousei perguntar o preço.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
E o consumo até que é baixo....
Finalmente consegui fazer uma medida séria no consumo de gasolina do meu carro. O gasto do meu civic 1.6, 16v, é de quase 12 km com um litro desta nossa gasolina batizada e hidratada que é vendida no Brasil.
Vendo em números não me pareceu exagerado o consumo. Claro que tomo medidas para não haver desperdício como pneus sempre em calibrados e o uso racionado do ar-condicionado. Outra boa dica para economizar achei numa matéria da 4 Rodas. Segundo a revista, os carros têm uma velocidade máxima antes de começar a forçar o motor.
Assim, carros 1.0 começam a forçar o seu motor aos 60 km/h, carros 1.6 aos 70km/h. Ao passar este 'limite de velocidade', o carro passa a consumir progressivamente mais. Logo, eu procuro não forçar as marchas nem passar dos 70 km/h. Claro que diversas vezes eu faço uso do motor para arrancar ou ultrapassar, mas não deixo que isso se torne a regra.
Fico imaginando se a inclusão e uso de Gás veicular (GNV) faria grande diferença no fim do mês, mas, como o preço médio do kit dividido alto, usando a economia que eu teria comprando gasolina para pagar o kit levaria muito tempo para começar a economizar. Isso porque eu rodo no máximo 500 km por mês.
Um vídeo achado na Internet dá dicas que eu já uso como a clibragem de pneus, troca de filtros de ar e óleo, a redução de peso com a retirada do que não precisa ficar no carro como malas e outras coisas que acabamos juntando dentro do carro. Mas o vídeo sugere mais. Ele dá a idéia de substituir o estepe por um daqueles sprays que vedam e enchem um pneu furado.
Além disso, o vídeo traz uma 'fórmula milagrosa' para reduzir o consumo do carro: a inclusão de acetona no tanque. Claro que eu não testei. Sei lá como é a gasolina do país onde este vídeo foi feito. Aliás, sei lá quem fez esse vídeo! Mas fiquei curioso e vou perguntar para um químico a respeito.
De qualquer forma segue o vídeo (em inglês) abaixo para quem ficou curioso. Mas se liga, não estou recomendando nada, hein?!
Double Your Gas Mileage! 2X - Funny home videos are a click away
Vendo em números não me pareceu exagerado o consumo. Claro que tomo medidas para não haver desperdício como pneus sempre em calibrados e o uso racionado do ar-condicionado. Outra boa dica para economizar achei numa matéria da 4 Rodas. Segundo a revista, os carros têm uma velocidade máxima antes de começar a forçar o motor.
Assim, carros 1.0 começam a forçar o seu motor aos 60 km/h, carros 1.6 aos 70km/h. Ao passar este 'limite de velocidade', o carro passa a consumir progressivamente mais. Logo, eu procuro não forçar as marchas nem passar dos 70 km/h. Claro que diversas vezes eu faço uso do motor para arrancar ou ultrapassar, mas não deixo que isso se torne a regra.
Fico imaginando se a inclusão e uso de Gás veicular (GNV) faria grande diferença no fim do mês, mas, como o preço médio do kit dividido alto, usando a economia que eu teria comprando gasolina para pagar o kit levaria muito tempo para começar a economizar. Isso porque eu rodo no máximo 500 km por mês.
Um vídeo achado na Internet dá dicas que eu já uso como a clibragem de pneus, troca de filtros de ar e óleo, a redução de peso com a retirada do que não precisa ficar no carro como malas e outras coisas que acabamos juntando dentro do carro. Mas o vídeo sugere mais. Ele dá a idéia de substituir o estepe por um daqueles sprays que vedam e enchem um pneu furado.
Além disso, o vídeo traz uma 'fórmula milagrosa' para reduzir o consumo do carro: a inclusão de acetona no tanque. Claro que eu não testei. Sei lá como é a gasolina do país onde este vídeo foi feito. Aliás, sei lá quem fez esse vídeo! Mas fiquei curioso e vou perguntar para um químico a respeito.
De qualquer forma segue o vídeo (em inglês) abaixo para quem ficou curioso. Mas se liga, não estou recomendando nada, hein?!
Double Your Gas Mileage! 2X - Funny home videos are a click away
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Por que um Civic?
Me peguei conversando sobre carros esta semana e um amigo me perguntou: Como é que você troca um Gol 2004 por um carro mais velho?!?
Realmente a pergunta faz pensar, ainda mais a mim, que sempre fui (e ainda sou) fã do bom e velho Volkswagen Gol. Normalmente o que se diz é que marca boa é a do carro zero quilômetro.
Um dos amigos na conversa até disse: Ele trocou sem pensar.
Mas, aí eu revi alguns calculos mentalmente que já havia feito antes da troca e cheguei à mesma conclusão. A troca foi boa. E lógica.
Sem dinheiro para comprar um carro zero. E querendo, desejando até, ter um carro com um pouco mais de conforto, não havia saída diferente da de trocar o meu por um carro mais antigo e com os itens de luxo que eu procurava.
Adoro o Gol, mas queria direção hidráulica, queria ar-condicionado, queria air-bags. Claro, existem gols com tudo isso, mas são mais caros que o Civic. Se optasse por Gol com estes opcionais eu teria que gastar mais ou pegar um carro ainda mais antigo.
Se o carro fosse um Chevrolet, Fiat, Renault, ou Ford, preço seria mais baixo, mas em compensação não teria a qualidade Honda pelo preço dele.
Carros de luxo como o Civic perdem valor de mercado muito depressa nos primeiros cinco anos, os nacionais não. Portanto, é mais barato comprar um bom Civic usado do que um Astra, por exemplo.
Trocando em miúdos, eu troquei o meu carro por um mais antigo sim, mas a idade dele foi o preço que eu paguei para ter mais conforto, uma vez que eu não tinha outra moeda para negociar.
Até agora está valendo a pena. Se eu tivesse grana, certamente eu teria um Gol 1.6 com todos os itens de luxo possíveis e isso seria mais barato do que quer um New Civic. Mas, a preço de hoje, eu tenho o melhor carro que eu poderia ter.
Dica do Diário: Se você vai comprar um novo, compra um Gol. Se vai comprar um com 5 ou 6 anos (claro que há usados e usados), aposta num Civic.
Realmente a pergunta faz pensar, ainda mais a mim, que sempre fui (e ainda sou) fã do bom e velho Volkswagen Gol. Normalmente o que se diz é que marca boa é a do carro zero quilômetro.
Um dos amigos na conversa até disse: Ele trocou sem pensar.
Mas, aí eu revi alguns calculos mentalmente que já havia feito antes da troca e cheguei à mesma conclusão. A troca foi boa. E lógica.
Sem dinheiro para comprar um carro zero. E querendo, desejando até, ter um carro com um pouco mais de conforto, não havia saída diferente da de trocar o meu por um carro mais antigo e com os itens de luxo que eu procurava.
Adoro o Gol, mas queria direção hidráulica, queria ar-condicionado, queria air-bags. Claro, existem gols com tudo isso, mas são mais caros que o Civic. Se optasse por Gol com estes opcionais eu teria que gastar mais ou pegar um carro ainda mais antigo.
Se o carro fosse um Chevrolet, Fiat, Renault, ou Ford, preço seria mais baixo, mas em compensação não teria a qualidade Honda pelo preço dele.
Carros de luxo como o Civic perdem valor de mercado muito depressa nos primeiros cinco anos, os nacionais não. Portanto, é mais barato comprar um bom Civic usado do que um Astra, por exemplo.
Trocando em miúdos, eu troquei o meu carro por um mais antigo sim, mas a idade dele foi o preço que eu paguei para ter mais conforto, uma vez que eu não tinha outra moeda para negociar.
Até agora está valendo a pena. Se eu tivesse grana, certamente eu teria um Gol 1.6 com todos os itens de luxo possíveis e isso seria mais barato do que quer um New Civic. Mas, a preço de hoje, eu tenho o melhor carro que eu poderia ter.
Dica do Diário: Se você vai comprar um novo, compra um Gol. Se vai comprar um com 5 ou 6 anos (claro que há usados e usados), aposta num Civic.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Oficina
É, no primeiro mês. Logo no primeiro mês o carro parou. Simplesmente apagou no meio da rua. Eu logo lembrei daquilo que eu ouvi mil vezes antes de comprar um Civic: “Ele não quebra nunca”, disseram.
Estava chegando no trabalho quando fui estacionar e nem percebi quando o carro estancou. Tentei ligar e não consegui. A ignição funcionava, havia combustível, mas o carro não pegava.
Fui até a oficina do camarada que me vendeu o carro e, já tinha agendado uma visita com ele para trocar uma junta do motor que estava vazando óleo, trouxe o mecânico até onde o carro estava. Lá, ele mexeu, cutucou, fez careta e teve que chamar o reboque.
Deca, o mecânico, me disse depois do terceiro dia que o rotor do distribuidor tinha “pifado”. Perguntei porque motivo e ele disse que “as coisas pifam”. Mas ele garantiu que iria dar um jeito. Aí eu fiquei com medo!
Exigi então que Deca não desse jeito nenhum. Eu pedi que todas as peças ‘pifadas’ ou prestes a pifar fossem trocadas por outra novas e originais, sem jeitinhos. É claro que eu tinha uma carta na manga e era a garantia do vendedor.
Somente cinco dias depois o serviço ficou pronto. Deca ainda me advertiu para que eu não estranhasse a baixa na gasolina, pois ele havia rodado um bocado para “testar” o carro. Eu não tinha o que fazer. Passei a conta para a loja que me vendeu o carro e deu tudo certo.
Problema resolvido. Carro em ordem. Custo zero.
Dicas:
1- Se for comprar carro usado, deixe tudo bem claro com a loja que vai te vender, como se há garantia, o que a garantia cobre e como fazer para oficializar isso em papel.
2 - Tente levar o carro para o SEU mecânico.
3 – Marque a quilometragem só para poder ter o controle.
4 – Caso o carro passe mais que um dia na oficina, quando recebê-lo de volta faça uma pesquisa na página do Detran para saber se há multas recentes.
Estava chegando no trabalho quando fui estacionar e nem percebi quando o carro estancou. Tentei ligar e não consegui. A ignição funcionava, havia combustível, mas o carro não pegava.Fui até a oficina do camarada que me vendeu o carro e, já tinha agendado uma visita com ele para trocar uma junta do motor que estava vazando óleo, trouxe o mecânico até onde o carro estava. Lá, ele mexeu, cutucou, fez careta e teve que chamar o reboque.
Deca, o mecânico, me disse depois do terceiro dia que o rotor do distribuidor tinha “pifado”. Perguntei porque motivo e ele disse que “as coisas pifam”. Mas ele garantiu que iria dar um jeito. Aí eu fiquei com medo!
Exigi então que Deca não desse jeito nenhum. Eu pedi que todas as peças ‘pifadas’ ou prestes a pifar fossem trocadas por outra novas e originais, sem jeitinhos. É claro que eu tinha uma carta na manga e era a garantia do vendedor.
Somente cinco dias depois o serviço ficou pronto. Deca ainda me advertiu para que eu não estranhasse a baixa na gasolina, pois ele havia rodado um bocado para “testar” o carro. Eu não tinha o que fazer. Passei a conta para a loja que me vendeu o carro e deu tudo certo.
Problema resolvido. Carro em ordem. Custo zero.
Dicas:
1- Se for comprar carro usado, deixe tudo bem claro com a loja que vai te vender, como se há garantia, o que a garantia cobre e como fazer para oficializar isso em papel.
2 - Tente levar o carro para o SEU mecânico.
3 – Marque a quilometragem só para poder ter o controle.
4 – Caso o carro passe mais que um dia na oficina, quando recebê-lo de volta faça uma pesquisa na página do Detran para saber se há multas recentes.
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Seguro barato?!?
Depois de desmascarar o quesito consumo (último post), acabei de descobrir que, diferente do que se diz, o seguro de um Honda Civic usado não é o mesmo que o de um carro popular! Na verdade é o dobro.
Mas, outra vez, venceu a lógica. Como as seguradoras poderiam cobrar por um carro cheio de itens de conforto e segurança, mesmo que usado, o mesmo que cobraria de um dono de carro popular básico?
Mesmo desvalorizando muito rápido e não tendo a mesma quantidade de roubos registrados que um Gol, da Volkswagen, o Honda Civic continua sendo um carro de luxo. Portanto, é sim mais caro.
No meu caso específico, fiz o endosso do seguro que já guardava o meu Gol. Tive que pagar a diferença, equivalente a quase o mesmo que paguei pelo seguro completo do carro antigo.
P.S. Ah, o carro deu problema. Espero que único.
Mas, outra vez, venceu a lógica. Como as seguradoras poderiam cobrar por um carro cheio de itens de conforto e segurança, mesmo que usado, o mesmo que cobraria de um dono de carro popular básico?
Mesmo desvalorizando muito rápido e não tendo a mesma quantidade de roubos registrados que um Gol, da Volkswagen, o Honda Civic continua sendo um carro de luxo. Portanto, é sim mais caro.
No meu caso específico, fiz o endosso do seguro que já guardava o meu Gol. Tive que pagar a diferença, equivalente a quase o mesmo que paguei pelo seguro completo do carro antigo.
P.S. Ah, o carro deu problema. Espero que único.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
O primeiro teste
Já rodei pela cidade e já gastei um tanque de combustível em duas semanas. Já desmistifiquei uma das lendas. Os vendedores dizem: “você vai economizar gasolina. Este carro é muito econômico e consome menos gasolina que o seu Gol”. Claro de o fato de vários Civic à venda já estarem com o kit de GNV instalado me davam a dica de que isso era uma mentira.
É obvio que um carro 1.6 com 16 válvulas consome mais que um 1.0 com 8 válvulas. É também óbvio que o mais potente gera um conforto extra nas arrancadas e nas ultrapassagens feitas na cidade ou na estrada.
Este teste também foi feito. Num trecho da BR-230, longo, reto, plano e num momento em que não trafegavam outros carros, pude conferir a estabilidade do Honda em alta velocidade. Além de alcançar altas velocidades maias rápido, o carro ‘mantém a calma’ e sem mantém junto ao chão, sem trepidação.
No caso específico do meu, já com quase 8 anos de estrada, depois de uma certa velocidade apresentou um leve tremido na direção e pude reparar que o capô também se mexia. Mais do que eu gostaria. O som é de carro que queima com sujeira, nas velas ou dentro do motor. É um ponto a se verificar.
No motor, após a viagem, uma camada de óleo cobriu parte do motor. Não foi o suficiente para pingar, nem muito menos para baixar o nível do óleo no motor, mas é importante descobrir de onde vem e por quê.
Outra suspeita recaiu sobre o tremido da direção. O de que o carro está desbalanceado ou desalinhado. É uma outra coisa que precisa ser verificada na hora que for comprar um carro usado.
A última verificação, ainda não feita, é a do filtro do Ar-Condicionado. Se estiver sujo, demora mais a esfriar, lança poeira dentro do carro e faz com que o aparelho consuma mais combustível.
Enfim:
- Honda Civic consome mais que o gol (claro!)
- O tremido da direção pede um balanceamento e alinhamento
- O barulho no motor pede uma verificação nas velas e numa possível descarbonização (para evitar isso, pise fundo no teste antes de comprar)
- O Ar-Condicionado deve ser limpo constantemente
Este teste também foi feito. Num trecho da BR-230, longo, reto, plano e num momento em que não trafegavam outros carros, pude conferir a estabilidade do Honda em alta velocidade. Além de alcançar altas velocidades maias rápido, o carro ‘mantém a calma’ e sem mantém junto ao chão, sem trepidação.
No caso específico do meu, já com quase 8 anos de estrada, depois de uma certa velocidade apresentou um leve tremido na direção e pude reparar que o capô também se mexia. Mais do que eu gostaria. O som é de carro que queima com sujeira, nas velas ou dentro do motor. É um ponto a se verificar.
No motor, após a viagem, uma camada de óleo cobriu parte do motor. Não foi o suficiente para pingar, nem muito menos para baixar o nível do óleo no motor, mas é importante descobrir de onde vem e por quê.
Outra suspeita recaiu sobre o tremido da direção. O de que o carro está desbalanceado ou desalinhado. É uma outra coisa que precisa ser verificada na hora que for comprar um carro usado.
A última verificação, ainda não feita, é a do filtro do Ar-Condicionado. Se estiver sujo, demora mais a esfriar, lança poeira dentro do carro e faz com que o aparelho consuma mais combustível.
Enfim:
- Honda Civic consome mais que o gol (claro!)
- O tremido da direção pede um balanceamento e alinhamento
- O barulho no motor pede uma verificação nas velas e numa possível descarbonização (para evitar isso, pise fundo no teste antes de comprar)
- O Ar-Condicionado deve ser limpo constantemente
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Comprando Civic
Há alguns dias comprei um Honda Civic LX ano 2000. Com câmbio manual, não me dou bem com a falta de interatividade no trocar de marchas. Comprei deixando um Volkswagen Gol 2004. Carrão, mas sem nenhum item de luxo.
Já o Honda, além de ar-condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos e travas automáticas, tem também os itens de segurança que eu venho valorizando cada vez mais: freios ABS e Air Bags.
Na hora da compra, tudo lindo. O carro é muito bonito e impressiona. Os quase oito anos, apesar de pequenos arranhões e morsas, não parecem ter envelhecido nem um pouco o desenho do carro que já teve duas novas gerações lançadas depois desta.
A minha única crítica ao vendedor foi o pneu estepe que estava completamente careca. Pedi que antes que fosse fechado o negócio ele o trocasse. Foi feito. A quilometragem, pouco mais de 95 mil também me assustou, mas fui acalmado com os recibos de revisão feita nos 30 mil, 60 mil e 90 mil quilômetros.
Enfim, fechamos negócio. Fiquei satisfeito. Em todas as pesquisas que fiz, a opinião é sempre de que o Civic quase nunca quebra. Há, inclusive, a lenda de que os donos de oficina o odeiam. Mas eu duvido que alguém odeie um Honda Civic.
Já o Honda, além de ar-condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos e travas automáticas, tem também os itens de segurança que eu venho valorizando cada vez mais: freios ABS e Air Bags.
Na hora da compra, tudo lindo. O carro é muito bonito e impressiona. Os quase oito anos, apesar de pequenos arranhões e morsas, não parecem ter envelhecido nem um pouco o desenho do carro que já teve duas novas gerações lançadas depois desta.
A minha única crítica ao vendedor foi o pneu estepe que estava completamente careca. Pedi que antes que fosse fechado o negócio ele o trocasse. Foi feito. A quilometragem, pouco mais de 95 mil também me assustou, mas fui acalmado com os recibos de revisão feita nos 30 mil, 60 mil e 90 mil quilômetros.
Enfim, fechamos negócio. Fiquei satisfeito. Em todas as pesquisas que fiz, a opinião é sempre de que o Civic quase nunca quebra. Há, inclusive, a lenda de que os donos de oficina o odeiam. Mas eu duvido que alguém odeie um Honda Civic.
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