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sexta-feira, 24 de maio de 2013
ix35 made in Brazil
Depois de ressuscitar o Tucson no Brasil em 2005 com a produção na versão flex nacionalizada, a Hyundai Caoa tenta repetir a dose com outros crossovers. O primeiro será o ix35, que começa a ser produzido já em setembro e será lançado comercialmente logo em seguida.
Mais uma vez trata-se de um modelo já presente em outras “praças”, no caso, o da Coréia do Sul. Por isso mesmo, não terá o visual da versão reestilizada apresentada há pouco no tempo no exterior.
A motorização permanece a mesma: o conhecido 2.0 16V flex de 169/178 cv (adotado em abril de 2012). O que ainda não se sabe é se o câmbio manual de seis marchas será oferecido, podendo a fábrica optar por oferecer apenas o automático de seis marchas.
Novamente, a história do Tucson se repete, a produção nacional vai focar no 4X2 com tração dianteira mesmo com a versão importada oferecendo motor V6 e tração integral.
Atualmente, o ix35 é vendido por valores entre R$ 85.260,00 e R$ 98.171,00. Um site especializado em “vazar” segredos da indústria automotiva no Brasil, que já havia antecipado a informação da nacionalização do ix35, adiantou que o próximo da lista de nacionalizados é o crossover maior Santa Fé, que foi lançado recentemente em nova geração.
Texto originalmente publicado no Jornal da Paraíba de 19/05/2013
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Hyundai inicia as vendas do novo i30 no Brasil
A nova geração do i30 está disponível a partir desta quarta-feira (6) para venda em toda a rede de concessionárias da Caoa, representante oficial para os importados. Segundo a empresa famosa por fazer propagandas com hipérboles, o hatch médio que ganhou mais equipamentos, novo design e motorização 1.6 flex.
Segundo os informes, o carro pode ser adquirido com câmbio automático nas cores preta e prata em duas versões, sendo a primeira com valor de R$ 75 mil e a Top de linha por R$ 85 mil e já pode ser encomendado desde o começo de janeiro.
As duas versões do Novo i30 estão equipadas com o pacote de itens de série mais completo da categoria, com direção assistida elétrica com opção Flex Steer (três modos de dirigibilidade), coluna de direção com ajuste de altura e profundidade, piloto automático, computador de bordo com tela digital, multimídia com tela de sete polegadas touchscreen, rádio integrado com leitor de CD, MP3, DVD, Bluetooth e comandos no volante e faróis de neblina.
No pacote de segurança, o carro possui retrovisores externos com comando elétrico, sensor de estacionamento, câmera de ré embutida no logo na tampa traseira, ABS + EBD, alarme com acionamento pelo keyless, airbags, sensor de chuva e sistema de navegação GPS.
O motor 1.6 16V (flex, até 128 cv) com o mesmo bloco do compacto HB20 é a única opção para o hatch médio — embora seja o mesmo bloco de motor, o propulsor é diferente por ter recebido diversas modificações. Se perde em potência (o atual 2.0, só a gasolina, tem 145 cv), ganha na transmissão automática: um novo câmbio de seis marchas aposenta o de quatro velocidades.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Hyundai Veloster testado em João Pessoa
Apesar da política da Hyundai de não emprestar carros a jornalistas para testes, eu tive o prazer de experimentar o Veloster brasileiro. E confesso, foi legal. Mas foi bom principalmente porque me remeteu a outros testes, em outros tempos. Me lembrou quando eu dirigi pela primeira vez um VW Puma.
Vamos lá. Logo de cara, olhando de fora, o que se vê é um carro arrojado, baixo no teto e no assoalho. É um carro pronto para correr. Suas linhas laterais dão a impressão de que o cupê está andando, mesmo que quando está parado. Na frente, uma cara de mau. Exatamente como o VW com carcaça de fibra de vidro.
Ah, mas tem aquela terceira porta no banco de trás. Maldita porta que não me cabe. Aliás, o banco de trás, coisa que no Puma não existia, é praticamente figurativo já que depois de passar pela portinhola meu pé não coube direito atrás do banco do passageiro.
Uma vez sentado no banco do motorista a história é outra. Espaço de sobra, ótimo encaixe na poltrona, boa visão do que se passa do lado de fora e uma posição com pernas esticadas para alcançar os pedais. Coisa de carro de corrida. E de Puma.
Quando se liga o motor a gasolina de 1.6l com transmissão automática, o ronco é bonito. Barulho de carro que quer correr. Mas quando se acelera na rua, percebe-se que a propaganda é maior que a disposição do coreano. Ele é, na verdade, um carro de passeio comum (bem comum mesmo) com uma roupa de corrida.
E não é exatamente isso que o Puma é? Um Fusca, dos antigos, com uma cobertura de carro esportivo? Não foi à toa que me senti de volta num Volkswagen. A diferença é que no caso dos coreanos da Hyundai a promessa e o preço são de carrões, mas na prática o Veloster empolga mais pela imagem que passa do que pelo que realmente é.
Aliás, pouco tempo depois de ser lançado no Brasil, o cupê coreano passou maus bocados por conta de denúncias feitas por compradores e até por especialistas sobre a potência e tipo do motor serem diferentes do que havia sido divulgado antes e na hora da venda.
Bem, pelo pouco que acelerei, o Veloster me pareceu gritar mais que andar. Coisa que, neste caso, diferiu do Puma. O esportivo brasileiro da década de 70 gritava alto com seu motor 1600 de Fusca ou Kombi, mas a carcaça de fibra deixava o conjunto todo leve e o carro andava muito.
Mas ainda há outras semelhanças entre os dois. A suspensão dura e o freio a tambor são negativas. A boa dirigibilidade e estabilidade são características que agradam tanto em um quanto no outro.
Texto publicado originalmente no dia 6 de janeiro de 2013 na coluna Autonews do Jornal da Paraíba.
Vamos lá. Logo de cara, olhando de fora, o que se vê é um carro arrojado, baixo no teto e no assoalho. É um carro pronto para correr. Suas linhas laterais dão a impressão de que o cupê está andando, mesmo que quando está parado. Na frente, uma cara de mau. Exatamente como o VW com carcaça de fibra de vidro.
Ah, mas tem aquela terceira porta no banco de trás. Maldita porta que não me cabe. Aliás, o banco de trás, coisa que no Puma não existia, é praticamente figurativo já que depois de passar pela portinhola meu pé não coube direito atrás do banco do passageiro.
Uma vez sentado no banco do motorista a história é outra. Espaço de sobra, ótimo encaixe na poltrona, boa visão do que se passa do lado de fora e uma posição com pernas esticadas para alcançar os pedais. Coisa de carro de corrida. E de Puma.
Quando se liga o motor a gasolina de 1.6l com transmissão automática, o ronco é bonito. Barulho de carro que quer correr. Mas quando se acelera na rua, percebe-se que a propaganda é maior que a disposição do coreano. Ele é, na verdade, um carro de passeio comum (bem comum mesmo) com uma roupa de corrida.
E não é exatamente isso que o Puma é? Um Fusca, dos antigos, com uma cobertura de carro esportivo? Não foi à toa que me senti de volta num Volkswagen. A diferença é que no caso dos coreanos da Hyundai a promessa e o preço são de carrões, mas na prática o Veloster empolga mais pela imagem que passa do que pelo que realmente é.
Aliás, pouco tempo depois de ser lançado no Brasil, o cupê coreano passou maus bocados por conta de denúncias feitas por compradores e até por especialistas sobre a potência e tipo do motor serem diferentes do que havia sido divulgado antes e na hora da venda.
Bem, pelo pouco que acelerei, o Veloster me pareceu gritar mais que andar. Coisa que, neste caso, diferiu do Puma. O esportivo brasileiro da década de 70 gritava alto com seu motor 1600 de Fusca ou Kombi, mas a carcaça de fibra deixava o conjunto todo leve e o carro andava muito.
Mas ainda há outras semelhanças entre os dois. A suspensão dura e o freio a tambor são negativas. A boa dirigibilidade e estabilidade são características que agradam tanto em um quanto no outro.
Texto publicado originalmente no dia 6 de janeiro de 2013 na coluna Autonews do Jornal da Paraíba.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Hyundai apresenta Veloster C3 Roll Top conversível
A Hyundai estreou no Salão de Los Angeles um conceito conversível do seu hatch de 3 portas Veloster. Batizado de C3 Roll Top, ele possui um visual moderno urbano e tem como principal diferencial o teto de tecido, feito com lonas de caminhão, que pode ser facilmente deslizado para frente ou para trás, a fim de criar mais espaço para a bagagem.
A novidade funciona ainda melhor no caso de objetos altos como uma bicicleta. A marca, inclusive, criou um modelo de bike para acompanhar o conceito, com as mesmas cores e desenhos de rodas.
Os engenheiros da Hyundai ainda projetaram o conceito com uma porta traseira que abre para baixo, como uma porta de caçamba de picape. A solução de engenharia, somada ao banco traseiro reclinável que cria uma superficie totalmente plana, ajuda ainda mais no transporte.
Sob o capô, o Veloster Top Rolo C3 possui o motor turbo 1.6 litros de quatro cilindros da versão Turbo do Veloster, capaz de desenvolver 201 cv de potência.
Da Autoesporte.com
terça-feira, 5 de junho de 2012
Paraíba pode ganhar 1ª montadora
Demócrito Garcia
Do Jornal da Paraíba
A Paraíba deverá ganhar a primeira montadora de veículos em pouco mais de dois anos. A informação foi confirmada ontem pelo gestor do Grupo Caoa, Breno Landim. O investimento previsto será de US$ 600 milhões e a estimativa inicial da empresa é que deve gerar cerca de 20 mil novos empregos diretos e indiretos com o novo empreendimento.
A marca da montadora que irá se instalar na Paraíba não foi revelada pelo gestor do grupo. A empresa, no entanto, possui contratos com a Ford, a coreana Hyundai e a japonesa Subaru, entre outros empreendimentos. “Iremos anunciar o nome da montadora no momento apropriado, mas não antes de deixar tudo acertado”, revelou Breno.
O Grupo Caoa, desde o último sábado, vem divulgando em comercial na televisão que vai instalar uma fábrica na Paraíba da marca Hyundai.
O local de instalação da montadora ainda é objeto de definição do grupo, segundo Breno Landim. “O estudo inicial é para que a empresa fosse implantada na cidade de Alhandra. Mas o doutor Carlos Alberto (fundador e presidente do grupo Caoa) quer levar a fábrica para Campina Grande”, detalha.
A instalação da montadora da Paraíba será a segunda do grupo no país. Em 2007, a Caoa inaugurou a unidade fabril da Hyundai do Brasil, em Anápolis, Goiás. A instalação de uma empresa deste porte na Paraíba representará um crescimento para todo Estado, de acordo com o gestor do grupo. “A projeção da economia paraibana será percebida em todos os setores da economia”, diz Breno.
Com a construção da nova fábrica, o grupo deverá ampliar sua rede de funcionários, que hoje é superior a 40 mil empregados. A Caoa começou como uma concessionária Ford em Campina Grande e ao longo dos 33 anos, já investiu mais de R$ 60 milhões na Paraíba.
A empresa é a maior revendedora Ford da América Latina e também importadora e distribuidora das marcas Subaru e Hyundai no país. Entre 2010 e 2011, o grupo registrou crescimento de 40%.
Do Jornal da Paraíba
A Paraíba deverá ganhar a primeira montadora de veículos em pouco mais de dois anos. A informação foi confirmada ontem pelo gestor do Grupo Caoa, Breno Landim. O investimento previsto será de US$ 600 milhões e a estimativa inicial da empresa é que deve gerar cerca de 20 mil novos empregos diretos e indiretos com o novo empreendimento.
A marca da montadora que irá se instalar na Paraíba não foi revelada pelo gestor do grupo. A empresa, no entanto, possui contratos com a Ford, a coreana Hyundai e a japonesa Subaru, entre outros empreendimentos. “Iremos anunciar o nome da montadora no momento apropriado, mas não antes de deixar tudo acertado”, revelou Breno.
O Grupo Caoa, desde o último sábado, vem divulgando em comercial na televisão que vai instalar uma fábrica na Paraíba da marca Hyundai.
O local de instalação da montadora ainda é objeto de definição do grupo, segundo Breno Landim. “O estudo inicial é para que a empresa fosse implantada na cidade de Alhandra. Mas o doutor Carlos Alberto (fundador e presidente do grupo Caoa) quer levar a fábrica para Campina Grande”, detalha.
A instalação da montadora da Paraíba será a segunda do grupo no país. Em 2007, a Caoa inaugurou a unidade fabril da Hyundai do Brasil, em Anápolis, Goiás. A instalação de uma empresa deste porte na Paraíba representará um crescimento para todo Estado, de acordo com o gestor do grupo. “A projeção da economia paraibana será percebida em todos os setores da economia”, diz Breno.
Com a construção da nova fábrica, o grupo deverá ampliar sua rede de funcionários, que hoje é superior a 40 mil empregados. A Caoa começou como uma concessionária Ford em Campina Grande e ao longo dos 33 anos, já investiu mais de R$ 60 milhões na Paraíba.
A empresa é a maior revendedora Ford da América Latina e também importadora e distribuidora das marcas Subaru e Hyundai no país. Entre 2010 e 2011, o grupo registrou crescimento de 40%.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Concessionária Hyundai Caoa está proibida de vender carros em João Pessoa
Os membros da Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba entenderam, por unanimidade, manter a decisão do juiz da 2ª Vara Cível da Capital, que proibiu a empresa Caoa Montadora de Veículos S/A, por sua rede própria de concessionária Hyundai Caoa do Brasil Ltda, de comercializar, sob qualquer modo e hipótese, veículos da marca Hyundai na Região Metropolitana de João Pessoa e o Brejo paraibano, área de abrangência da empresa Daisan Comércio de Veículos LTDA. Em caso de descumprimento a Caoa terá que pagar multa diária no valor de R$ 40 mil. O julgamento foi realizado durante sessão na manhã desta quinta-feira (10), com relatoria do desembargador José Di Lorenzo Serpa.
No mesmo julgamento, os membros, seguindo o relator, negaram provimento ao apelo de anulação da sentença de primeiro grau feito pela Caoa Montadora de Veículos S/A e Hyundai Caoa do Brasil Ltda. As empresas recorrentes alegaram também, em suas contra-razões, a ausência de contrato de concessão comercial entre as partes, pelo que não foi dado guarida, segundo o relator, o qual alegou que o contrato de concessão restou provado, demonstrando com clareza o relacionamento contratual entre as partes.
“O presente caso é diferente por si só, porquanto a montadora é também concessionária, e, por isso, a solução da controvérsia deve ser levada a cabo à luz da concretude que orienta as relações as relações civis empresariais atualmente, analisando-se os detalhes do caso concreto. Sabe-se que o contrato de concessão é, por si só, de adesão e dirigido unicamente por uma parte, que é a concedente. Analisando-se desse prisma, não resta dúvida que todos os elementos do contrato de concessão comercial restaram devidamente comprovados nos autos”, ressaltou o desembargador José Serpa.
De acordo com o relator, pelas provas juntadas na Apelação Cível n. 200.2010.019.260-4, ficou claro o direito da empresa Daisan de manter a exclusividade do contrato de concessão para a comercialização dos veículos da Hyundai. “Ademais, a recorrida Caoa Montadora de Veículos S/A descumpriu o disposto no art. 6º, Lei 6.729/79, especialmente seus incisos I e II, ao conceder nova concessão comercial à empresa Hyundai Caoa do Brasil Ltda, a qual pertence ao mesmo grupo econômico, para atuar em João Pessoa, mesma área de abrangência da recorrente, sem nada oportunizar a Daisan Comércio de Veículos Ltda”, asseverou.
Por sua vez, a empresa Daisan, demonstrou nos autos que é sócia, desde março de 2007, da Associação Brasileira dos concessionários Hyundai, a partir de quando passou a revender os veículos da marca Hyundai, como concessionária.
“Vislumbra-se a partir das provas carreadas aos autos que a Caoa Montadora de Veículos S/A comercializa seus veículos através de sua concessionária própria Hyundai Caoa do Brasil, em João Pessoa, com prática de preço mais baixo, enquanto que a Daisan Comércio de Veículos Ltda, pelo que se vislumbra no caderno processual, quando recebia veículos, ainda assim, recebia-os por preço mais elevado que o da promovida Hyundai Caoa”, asseverou o desembargador José Serpa.
Da assessoria do TJPB
sábado, 7 de abril de 2012
Santa Fé de cinco lugares agora é Santa Fé Sport
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Hyundai Tucson flex será lançada este mês
O Hyundai Tucson Flex deve ser lançado este mês pela Caoa. A versão antiga do modelo é montada em CKD no Brasil desde 2008 sob licença da Hyundai pela Caoa Montadora de Veículos em Anápolis (GO). A versão flex ajuda na ampliação dos índices de nacionalização da fábrica goiana, agora uma exigência legal para que os veículos produzidos lá não sejam sobretaxados com 30 pontos porcentuais extras de IPI, conforme determinou o governo desde o ano passado, com os Decretos 7567 e 7604.
Em outubro passado, durante a Fenatran, o diretor de engenharia da Hyundai/Caoa, José Rodrigues Seara, afirmou que Anápolis já operava com índices de nacionalização superiores aos exigidos pelo governo: “Temos mais de 70% para HR, HD e Tucson”, disse. Esse índice avançou rapidamente em Anápolis, considerando que a planta monta os veículos em sistema CKD, com a maioria das partes importadas da Coreia. Até agosto de 2010 o conteúdo local do Tucson montado no Brasil mal passava de 25%, segundo informou à época Annuar Ali, vice-presidente do Grupo CAOA/Hyundai.
Estava no planejamento da empresa produzir em Anápolis, a partir deste ano, também o ix35, o sucessor do Tucson, atualmente importado para o Brasil. Contudo, com o aperto da exigência de nacionalização, o projeto pode atrasar e ainda não há data definida para o início da montagem do modelo.
Em outubro passado, durante a Fenatran, o diretor de engenharia da Hyundai/Caoa, José Rodrigues Seara, afirmou que Anápolis já operava com índices de nacionalização superiores aos exigidos pelo governo: “Temos mais de 70% para HR, HD e Tucson”, disse. Esse índice avançou rapidamente em Anápolis, considerando que a planta monta os veículos em sistema CKD, com a maioria das partes importadas da Coreia. Até agosto de 2010 o conteúdo local do Tucson montado no Brasil mal passava de 25%, segundo informou à época Annuar Ali, vice-presidente do Grupo CAOA/Hyundai.
Estava no planejamento da empresa produzir em Anápolis, a partir deste ano, também o ix35, o sucessor do Tucson, atualmente importado para o Brasil. Contudo, com o aperto da exigência de nacionalização, o projeto pode atrasar e ainda não há data definida para o início da montagem do modelo.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Veloster em xeque
De acordo com reportagens feitas pela imprensa especializada, proprietários dizem ter sido informados que o Veloster teria o motor de injeção direta de combustível 1.6 GDI com 140 cv de potência, mas que os modelos vendidos aqui teriam um motor diferente. Uma das principais reclamações é de que o Veloster veio com um motor 1.6 DOHC de 128 cv, o mesmo que é vendido no Chile.
Equipamentos que teriam sido prometidos pelas revendas, como o número de airbags e de autofalantes, também difere do que chegou aos compradores. De acordo com alguns reclamantes, lhes foi dito que seriam oito alto-falantes e os oito airbags, mas que há apenas seis de cada. Outra reclamação comum é sobre os faróis, que não seriam do tipo projetor, como mostram os anúncios publicitários da marca.
Curiosamente, não se tem conhecimento da existência no exterior de Veloster com motor 1.6 de 140 cv que não seja o GDI. Segundo sites comerciais e de imprensa da Hyundai na Europa, Estados Unidos e Coreia, o Veloster só seria equipado com dois tipos de motor: 1.6 GDI (140 cv) e 1.6 DOHC (128 cv).
O advogado Daniel Queiroga, especialista em direito econômico e direito do consumidor, explica que, se as informações veiculadas pelo representante da Hyundai levaram o consumidor a erro na hora da compra, ele tem direito de exigir rescisão do contrato, com restituição do valor já pago. "Outro caminho é pedir o abatimento proporcional no preço do veículo", diz.
Mas lembro que este blog não tomou conhecimento de nenhum cliente insatisfeito com seus Veloster por aqui. Mas se você, leitor, tem algo a dizer, fique à vontade para comentar esta notícia.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
Hyundai i30 poderá ganhar versão híbrida em 2012
A nova geração do hatch médio i30 pode ganhar uma versão híbrida em 2013, de acordo com a revista alemã Auto Motor und Sport. O automóvel sul-coreano na versão ecológica virá para concorrer com modelos tradicionais no segmento, como Honda Insight e Toyota Prius. Seu lançamento está marcado para o final de 2012 com preço que deve ficar abaixo dos 26 mil euros, algo em torno de R$ 62 mil.
Mantendo esta estimativa, o i30 híbrido será o modelo mais barato deste segmento na Europa. Além do possível hatch híbrido, a Hyundai tem em seu portfólio o Sonata Hybrid, lançado em 2012 no Salão de Nova York, com mira nas vendas do Fusion Hybrid, da Ford.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Primeiras impressões: Hyundai Veloster na Paraíba
Fui conhecer o Veloster na Hyundai Caoa de João Pessoa. Apesar não poder fazer o test drive, já deu para ver de perto a estrutura e sentir o conforto do carro. Mesmo sem ouvir o ronco do motor, o desenho do carro dá a dica do que o motor 1.6 de 138 cavalos de potência e injeção direta de combustível pode fazer. O câmbio é manual de seis marchas e dupla embreagem.
sábado, 10 de setembro de 2011
Hyundai apresenta fotos do novo i30
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Caoa deve lançar o Elantra e Veloster no próximo dia 14
Com os dois, a Hyundai pretende dar mais um salto no ranking de vendas. Hoje a marca coreana é a 6ª mais vendida do Brasil, atrás das quatro antigas e da Renault. Nos últimos meses, ela tem emplacado quase 10 mil unidades por mês, mas está distante da Renault que gira em torno de 14 mil em média.
O Veloster deve ajudar com algumas centenas de unidades mensais, mas é o Elantra que pode fazer diferença. Se conseguir, são ao menos 3 mil unidades a mais todos os meses.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Hyundai já faz reservas do Veloster
A Hyundai já está aceitando reservas do esportivo Veloster em suas concessionárias. Nas lojas consultadas pelo iCarros, o menor preço foi de R$ 68.700. O teto solar e as rodas de 18 polegadas custam R$ 2.000 cada. Para fugir do preto ou do prata, o comprador vai ter de desembolsar mais R$ 5.000 e mesmo assim a única opção é a cor branca.
O cupê de três portas (uma do lado do motorista e duas do passageiro) tem motor de 1,6 litro 16V com comando variável que rende 145 cv de potência. De série, o Veloster tem rodas de 17 polegadas, ar-condicionado automático, freios ABS, airbags frontais, laterais e de cortina. As lojas também prometem cinco anos de garantia e preços tabelados de manutenção. A entrega é prometida para a primeira quinzena de setembro.
O cupê de três portas (uma do lado do motorista e duas do passageiro) tem motor de 1,6 litro 16V com comando variável que rende 145 cv de potência. De série, o Veloster tem rodas de 17 polegadas, ar-condicionado automático, freios ABS, airbags frontais, laterais e de cortina. As lojas também prometem cinco anos de garantia e preços tabelados de manutenção. A entrega é prometida para a primeira quinzena de setembro.
Do ICarros
sábado, 27 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Nova geração do Hyundai i30 é revelada; veja imagem
O desenho foi criado pelo Centro Técnico da marca sul-coreana na cidade alemã de Rüsselsheim e traz a nova linha de design da Hyundai, revelada pela primeira vez no ix-onic concept, durante o Salão de Genebra, em 2009.
A montadora não informou quando o modelo chegará ao mercado. A expectativa é que ele seja lançado na Europa no primeiro semestre de 2012. O Brasil deve receber o carro mais tarde.
De Autoesporte.com
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Hyundai Veloster: design agressivo e três portas
A frente agressiva e a traseira acentuada com ampla área envidraçada são as principais características do cupê coreano. O interior segue o padrão dos últimos modelos lançados pela Hyundai. O Veloster conta ainda com rodas de 18 polegadas como opcionais, com valor de 2 mil reais.
Entre os equipamentos de série estão a direção hidráulica progressiva, 8 airbags, freios ABS, controle de estabilidade, bancos, volante, freio de estacionamento e câmbio com revestimentos em couro, ar-condicionado digital dual zone, controle de som no volante, piloto automático, banco do motorista com regulagem elétrica, rodas de liga leve de 17 polegadas, câmera de ré, acendimento automático dos faróis, sistema keyless com abertura das portas com aproximação, faróis de neblina, rádio com CD Player, reprodutor de MP3, entrada auxiliar e USB, Bluetooth, partida por botão.
Há ainda o propulsor 1.6 GDI com injeção direta de combustível (gasolina) e 138 cv de potência, com câmbio manual ou automatizado, ambos de seis marchas, que fará com que o cupê tenha, além da cara agressiva, o acelerador nervosinho.
domingo, 10 de julho de 2011
Disputa oriental no Brasil
O grupo Caoa, que comercializa a Hyundai no Brasil, está com quase tudo pronto para iniciar a representação da marca chinesa Great Wall. Seus concorrentes JLJ (que comercializa a Chery) e SHC (com a JAC) não querem ficar para trás e, segundo a imprensa especializada, já estudam a possibilidade de trazer outras marcas como as chinesas Rely e Karry e a indiana Tata para o Brasil.
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