O primeiro filme da campanha publicitária do Novo Clio vai ao ar nesta sexta-feira (8). São dois comerciais para mostrar as qualidades do automóvel mais econômico do Brasil. A estreia foi feita regionalmente hoje no intervalo do Bom Dia SP e do Bom Dia Rio, às 6h30, ambos da TV Globo. Em âmbito nacional, o filme será exibido pela primeira vez no intervalo do Jornal Hoje, às 13h20, também da TV Globo.
Bom humor e criatividade são as marcas das peças. Nesta primeira, o cenário é um restaurante discreto e a cena sugere um jantar romântico a dois. Em determinado momento, o rapaz pega uma aliança e a oferece, perguntando a pessoa do outro lado, se aceitaria se casar com ele.
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
sábado, 12 de janeiro de 2013
Renault cresce 24,3% em 2012
2012 foi marcado por um excelente desempenho para a Renault, que figura entre as marcas automotivas que mais se destacaram no Brasil nos últimos anos. Pelo terceiro ano consecutivo com crescimento acima do mercado, a Renault emplacou mais de 241.000 unidades, o que representa um aumento de 24,3% em relação a 2011, frente a um mercado que cresceu 6,1% na mesma comparação. No ano, a participação de mercado foi de 6,65% (vs 5,67% em 2011).
"A combinação entre oferta de novos produtos, ampliação da rede comercial e presença da marca em diversas ações no País contribuiu para que atingíssemos crescimento quatro vezes acima do mercado brasileiro pelo 3º ano consecutivo", afirma Olivier Murguet, Presidente da Renault do Brasil.
Para atingir alcançar esse resultado foi fundamental a estratégia de ampliação e renovação da gama de produtos – com a chegada de modelos como Novo Clio, Fluence GT, Duster Tech Road, Sandero GT Line e nova linha de motores; expansão da rede comercial, com um aumento de 15% de concessionárias em todo o País; além dos investimentos para a ampliação da capacidade produtiva, que saltará de 280.000 para 380.000 carros por ano a partir de março de 2013.
"A combinação entre oferta de novos produtos, ampliação da rede comercial e presença da marca em diversas ações no País contribuiu para que atingíssemos crescimento quatro vezes acima do mercado brasileiro pelo 3º ano consecutivo", afirma Olivier Murguet, Presidente da Renault do Brasil.
Para atingir alcançar esse resultado foi fundamental a estratégia de ampliação e renovação da gama de produtos – com a chegada de modelos como Novo Clio, Fluence GT, Duster Tech Road, Sandero GT Line e nova linha de motores; expansão da rede comercial, com um aumento de 15% de concessionárias em todo o País; além dos investimentos para a ampliação da capacidade produtiva, que saltará de 280.000 para 380.000 carros por ano a partir de março de 2013.
sábado, 22 de dezembro de 2012
Renault Duster participará do Rally Dakar 2013
O Renault Duster vai disputar a mais exigente e emocionante corrida do mundo: o Rally Dakar 2013. O carro que competirá foi apresentado na sede da Renault Argentina. Os dois Duster que participarão do Rally Dakar 2013 contam com um motor preparado por Oreste Berta e o chassi foi desenhado e construído pela Baratec.
“Esta será a minha terceira participação no Rally Dakar. Competindo com o Renault Duster, acredito que teremos um bom resultado na edição deste ano”, disse Emiliano Spataro.
Há sete meses, todos os integrantes da equipe estão realizando vários testes com o intuito de desenvolver o equipamento e a performance dos pilotos para atingir o objetivo de terminar o Rally Dakar 2013 entre as 15 primeiras equipes.
“Estamos trabalhando de forma intensa para atingir a meta. A confiabilidade dos veículos é um ponto importante e que deve ser destacado”, afirmou José Garcia.
O evento também marcou a apresentação oficial dos pilotos que guiarão o Duster durante a prova: Emiliano Spataro e José Garcia. Também estiveram presentes Thierry Koskas, Presidente e Diretor Geral da Renault Argentina, Alejandro Reggi, Diretor Comercial da Renault Argentina, e Fabián Barattero, Responsável Técnico do Renault Duster que competirá no Rally Dakar.
Mais informações sobre a “Renault Duster Team” no Rally Dakar 2013 podem ser obtidas no site www.renault.com.ar/dakar.
“Esta será a minha terceira participação no Rally Dakar. Competindo com o Renault Duster, acredito que teremos um bom resultado na edição deste ano”, disse Emiliano Spataro.
Há sete meses, todos os integrantes da equipe estão realizando vários testes com o intuito de desenvolver o equipamento e a performance dos pilotos para atingir o objetivo de terminar o Rally Dakar 2013 entre as 15 primeiras equipes.
“Estamos trabalhando de forma intensa para atingir a meta. A confiabilidade dos veículos é um ponto importante e que deve ser destacado”, afirmou José Garcia.
O evento também marcou a apresentação oficial dos pilotos que guiarão o Duster durante a prova: Emiliano Spataro e José Garcia. Também estiveram presentes Thierry Koskas, Presidente e Diretor Geral da Renault Argentina, Alejandro Reggi, Diretor Comercial da Renault Argentina, e Fabián Barattero, Responsável Técnico do Renault Duster que competirá no Rally Dakar.
Mais informações sobre a “Renault Duster Team” no Rally Dakar 2013 podem ser obtidas no site www.renault.com.ar/dakar.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Fluence GT chega ao Brasil com a assinatura Renault Sport
A gama Fluence, que tem como destaques conforto, tecnologia e segurança, acaba de ganhar uma versão esportiva. A Renault do Brasil está lançando o Fluence GT, equipado com motor 2.0 16V turbo com 180 cv de potência. E apesar da relação da Renault com os motores turbo não ser de hoje – a marca francesa foi a pioneira na Fórmula 1, em 1977, a utilizar essa tecnologia – trata-se do primeiro automóvel turbo da marca comercializado no país e também o primeiro a trazer a assinatura da Renault Sport, divisão responsável pela preparação de modelos esportivos da marca na Europa.
“O segmento de sedãs médios foi um dos que mais cresceram no Brasil em 2011 e em 2012. Apesar da variedade de modelos atualmente disponível, a maioria oferece apenas ‘look’ esportivo, sem significativas alterações mecânicas, o que não é o caso do Fluence GT, que deve atender ao consumidor que não abre mão de desempenho e segurança”, explica o Frédéric Posez, Diretor de Marketing da Renault do Brasil.
O Fluence GT tem preço sugerido de R$ 79.370. “Um preço extremamente competitivo, considerando-se as qualidades e os equipamentos de série oferecidos nesta versão”, acrescenta Frédéric Posez.
Basta levantar o capô para se constatar que a esportividade do Fluence GT não fica restrita à aparência. O sedã é empurrado por um propulsor turboalimentado, de quatro cilindros em linha, capaz de desenvolver a potência máxima de 180 cv a 5.500 rpm – é o mesmo propulsor do Mégane GT europeu.
Graças ao turbo “twin-scroll”, compacto e de última geração, quase 80% da força já está disponível a partir de 1.500 rpm. E o torque máximo de 30,6 kgfm aparece logo aos 2.250 rpm. Assim, o Fluence GT é o modelo com maior torque da categoria, à frente, por exemplo, do Mitsubishi Lancer GT (20,1 kgfm), Peugeot 408 THP (24,5 kgfm) e do Jetta TSi (28,5 kgfm).
A eficiência do conjunto mecânico se reflete nos números de desempenho do Fluence GT. O sedã atinge 220 km/h de velocidade final e precisa de apenas 8 segundos para acelerar de 0 a 100 km/h, refletindo uma performance verdadeiramente esportiva.
“O segmento de sedãs médios foi um dos que mais cresceram no Brasil em 2011 e em 2012. Apesar da variedade de modelos atualmente disponível, a maioria oferece apenas ‘look’ esportivo, sem significativas alterações mecânicas, o que não é o caso do Fluence GT, que deve atender ao consumidor que não abre mão de desempenho e segurança”, explica o Frédéric Posez, Diretor de Marketing da Renault do Brasil.
O Fluence GT tem preço sugerido de R$ 79.370. “Um preço extremamente competitivo, considerando-se as qualidades e os equipamentos de série oferecidos nesta versão”, acrescenta Frédéric Posez.
Basta levantar o capô para se constatar que a esportividade do Fluence GT não fica restrita à aparência. O sedã é empurrado por um propulsor turboalimentado, de quatro cilindros em linha, capaz de desenvolver a potência máxima de 180 cv a 5.500 rpm – é o mesmo propulsor do Mégane GT europeu.
Graças ao turbo “twin-scroll”, compacto e de última geração, quase 80% da força já está disponível a partir de 1.500 rpm. E o torque máximo de 30,6 kgfm aparece logo aos 2.250 rpm. Assim, o Fluence GT é o modelo com maior torque da categoria, à frente, por exemplo, do Mitsubishi Lancer GT (20,1 kgfm), Peugeot 408 THP (24,5 kgfm) e do Jetta TSi (28,5 kgfm).
A eficiência do conjunto mecânico se reflete nos números de desempenho do Fluence GT. O sedã atinge 220 km/h de velocidade final e precisa de apenas 8 segundos para acelerar de 0 a 100 km/h, refletindo uma performance verdadeiramente esportiva.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
terça-feira, 13 de novembro de 2012
LatinNCap avalia segurança de carros à venda no Brasil
O Latin NCap, braço para a América Latina da organização europeia que promove testes independentes de segurança com carros ao redor do mundo, divulgou nesta terça-feira (13), em São Paulo, os resultados das avaliações promovidas neste ano com veículos vendidos no Brasil e em outros países da região. O Auto Esporte fez notícia e divulgou os vídeos.
Foram testados Toyota Etios hatch, Honda City, Ford New Fiesta Hatch, Renault Sandero, JAC J3, Renault Fluence e Volkswagen Polo hatch. Também foi avaliado do Volkswagen Bora, que não é mais comercializado no mercado brasileiro.
Antes de verem o resultado no link abaixo, deixo minha indignação em relação à produção de carros sem airbags e frios ABS. É um absurdo que já existam estas tecnologias que ampliam em muito a segurança dos passageiros e motoristas e o governo permita que sejam vendidos veículos sem eles.
Clique aqui para assistir aos vídeos direto na página do Auto Esporte.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Assista ao primeiro clipe do Rally Paraibano - Litoral Norte
O Rally Paraibano Litoral Norte aconteceu no domingo 11 e passou por João Pessoa, Santa Rita e foi até Lucena passando por canaviais, coqueirais, plantações de abacaxi, areia, pedras e até atravessando rios. O clipe abaixo dá um gostinho de como foi o evento.
Eu participei do rally a convite da Renault JCarneiro, em João Pessoa, onde aconteceu a largada do evento. O final da prova foi em um resort em Lucena.
Eu participei do rally a convite da Renault JCarneiro, em João Pessoa, onde aconteceu a largada do evento. O final da prova foi em um resort em Lucena.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Renault entrega veículo exclusivo e 100% elétrico ao Papa Bento XVI
A Renault entregou ao Papa Bento XVI um veículo 100% elétrico - desenvolvido a partir do modelo Kangoo Maxi Z.E. (as iniciais “Z.E.” vêm do inglês “Zero Emition”) -, fabricado especialmente para atender às necessidades de mobilidade do Papa. A marca também doou um veículo elétrico à Guarda do Vaticano. Os dois automóveis foram entregues ao Papa Bento XVI por Carlos Ghosn, Presidente Mundial do Grupo Renault, durante uma visita à Residência Papal, em Castel Gandolfo.
O primeiro veículo, previsto para os deslocamentos do Papa em sua residência de verão, é de cor branca e com o brasão papal nas portas. Esta é uma versão ecológica e sustentável do “Papamóvel”. O modelo, fabricado a partir do Kangoo Maxi Z.E., tem 4,6 m de comprimento e 1,8 m de largura. Ele é equipado com um motor elétrico de 44 kW (60 cv) e uma bateria de íon-lítio, que oferece uma autonomia média de 170 Km - em ciclo misto NEDC (Novo Ciclo de Condução Europeu Normalizado).
O segundo modelo, destinado à Guarda do Vaticano para os serviços de segurança do Papa, é bastante semelhante ao primeiro em termos de concepção, porém, pintado na cor azul e com uma faixa nos tons branco e amarelo nas laterais.
Os dois carros foram transformados em colaboração com a empresa encarroçadora francesa Gruau. Estas versões adaptadas e exclusivas dispõem de quatro lugares, sendo dois confortáveis assentos traseiros individuais. Elas também incluem soluções específicas, tais como teto solar, vidros laterais traseiros removíveis, portas laterais basculantes e soleiras elétricas escamoteáveis, para facilitar o acesso ao veículo.
Desta forma, a Renault coloca sua experiência como fabricante de automóveis – líder no setor de veículos elétricos – a serviço das estratégias de desenvolvimento sustentável do Vaticano e de Papa Bento XVI. O Papa, que frequentemente dedica atenção especial aos assuntos relacionados ao meio ambiente, destacou, por várias vezes, a necessidade de um desenvolvimento sustentável para manter a proteção do planeta.
“Através desta doação à Sua Santidade, a Renault está reafirmando o seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e de respeito ao nosso meio ambiente”, declarou Carlos Ghosn, Presidente Mundial do Grupo Renault.
O primeiro veículo, previsto para os deslocamentos do Papa em sua residência de verão, é de cor branca e com o brasão papal nas portas. Esta é uma versão ecológica e sustentável do “Papamóvel”. O modelo, fabricado a partir do Kangoo Maxi Z.E., tem 4,6 m de comprimento e 1,8 m de largura. Ele é equipado com um motor elétrico de 44 kW (60 cv) e uma bateria de íon-lítio, que oferece uma autonomia média de 170 Km - em ciclo misto NEDC (Novo Ciclo de Condução Europeu Normalizado).
O segundo modelo, destinado à Guarda do Vaticano para os serviços de segurança do Papa, é bastante semelhante ao primeiro em termos de concepção, porém, pintado na cor azul e com uma faixa nos tons branco e amarelo nas laterais.
Os dois carros foram transformados em colaboração com a empresa encarroçadora francesa Gruau. Estas versões adaptadas e exclusivas dispõem de quatro lugares, sendo dois confortáveis assentos traseiros individuais. Elas também incluem soluções específicas, tais como teto solar, vidros laterais traseiros removíveis, portas laterais basculantes e soleiras elétricas escamoteáveis, para facilitar o acesso ao veículo.
Desta forma, a Renault coloca sua experiência como fabricante de automóveis – líder no setor de veículos elétricos – a serviço das estratégias de desenvolvimento sustentável do Vaticano e de Papa Bento XVI. O Papa, que frequentemente dedica atenção especial aos assuntos relacionados ao meio ambiente, destacou, por várias vezes, a necessidade de um desenvolvimento sustentável para manter a proteção do planeta.
“Através desta doação à Sua Santidade, a Renault está reafirmando o seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e de respeito ao nosso meio ambiente”, declarou Carlos Ghosn, Presidente Mundial do Grupo Renault.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Sandero, Sandero Stepway e Logan conta com motor 1.6 8V Hi-Power
A linha 2013 dos modelos Logan, Sandero e Sandero Stepway traz, como principal novidade, o novo motor 1.6 8V Hi-Power, mais eficiente, com curva de torque mais linear e mais econômico. O propulsor 1.6 8V Hi-Power se beneficia da tecnologia e do know-how da marca Renault na Fórmula 1, onde, atualmente, fornece motores para quatro equipe (Red Bull Racing-Renault, Lotus-Renault, Williams-Renault e Caterham-Renault). Com mais de três décadas na categoria máxima do automobilismo mundial, os carros equipados com motores Renault já conquistaram 10 títulos do Campeonato de Construtores.
Mais desempenho e mais economia que o antigo Hi Torque 1.6 8V, o novo propulsor foi desenvolvido pela equipe de engenharia do Renault Tecnologia Américas (RTA), instalado no Brasil, para satisfazer o gosto dos motoristas brasileiros, que não abrem mão de bom desempenho e, principalmente, de torque em baixas rotações.
Além do novo motor, a gama 2013 do Sandero traz outras mudanças importantes, como, por exemplo: a chegada da versão “GT Line” - que reforça ainda mais esportividade presente na linha Sandero -, e os novos equipamentos de série das versões Authentique e Expression.
As mudanças beneficiam também o sedã Logan, que, além de receber o novo motor 1.6 8V Hi-Power, também passa a contar com mais equipamentos de conforto e conveniência.
Mudanças ao gosto brasileiro
As alterações realizadas no propulsor 1.6 8V Hi-Power foram feitas pela equipe de desenvolvimento de motores do Renault Tecnologia Américas (RTA), moderno centro de engenharia, cujo objetivo é desenvolver produtos voltados à necessidade e ao perfil dos consumidores latino-americanos.
Foram 36 meses de trabalho intenso, 7 mil horas de ensaios em laboratório para validação e 40 protótipos testados, o que resultou num propulsor mais eficiente, com curva de torque mais linear e mais econômico. No total, foram 51 novas peças. A seguir, algumas das principais mudanças:
· Aumento da taxa de compressão do motor, passando de 9,5:1 para 12:1;
· Nova Central Eletrônica, com mais capacidade de armazenamento e com mais velocidade de processamento de informações, além de uma programação desenvolvida para o novo motor;
· Adoção de bielas forjadas, com novo aço mais resistente e mais leve (o peso foi reduzido de 532g para 501g, cada). Além disso, a aplicação do processo de fratura – em que a mesma é produzida primeira como uma peça única e, após isso, ela é fraturada -, garantiu uma união perfeita entre a biela e a sua capa, proporcionando mais resistência ao conjunto;
· Evolução na matéria-prima das bronzinas, com material mais resistente ao desgaste e à fadiga;
· Nova junta do cabeçote composta por três lâminas de vedação, do tipo “sanduíche”, que possui como características principais a robustez e o alto nível de resistência às pressões geradas pela combustão do motor. Essa peça substitui a usada anteriormente, que era de folha única, garantindo melhor vedação e contribuindo para a durabilidade do motor;
· Corpo de borboleta com a inclusão do 5º bico injetor de seis furos. Esse bico é destinado para a injeção de gasolina durante a operação de partida a frio. Com isso, há uma melhor pulverização da gasolina, proporcionando, assim, uma partida mais eficiente;
· Novo eixo do comando de válvulas, visando adequar a operação de abertura/fechamento das válvulas de admissão e escape ao aumento da taxa de compressão;
· Novos pistões, adequados para o aumento da taxa de compressão. Essas novas peças passaram por uma redução de massa e tiveram o seu desenho otimizado – de saias assimétricas -, quando comparado com as utilizadas até então, visando atender as novas exigências mecânicas e térmicas do motor Hi-Power. Para ampliar a durabilidade e a confiabilidade dessas peças, foi adotada a aplicação de grafite nas saias dos pistões - que reduziu o atrito -, além da utilização do eixo central flutuante.
Os engenheiros também trabalharam no desenvolvimento de um novo motor de partida para o propulsor 1.6 8V Hi-Power. Esta nova peça possui uma maior velocidade de rotação, resultando numa partida mais rápida e mais robusta, sem falhas.
Para Gustavo Volci, chefe de Projeto de Desenvolvimento de Motores do RTA, o propulsor Hi-Power é mais adequado ao gosto dos motoristas brasileiros. “Cerca de 85% do torque já estão disponíveis em 1.500 rotações, o que significa para o consumidor em uma redução do consumo de combustível de 10% na cidade, além de arrancadas e retomadas mais ágeis, diferença que podem ser sentida no trânsito urbano e também em estrada, numa ultrapassagem, por exemplo”, explica.
Um dos principais benefícios do novo motor 1.6 8V Hi-Power é o fato dele ser mais econômico, quando comparado com o propulsor antigo. Os modelos equipados com essa nova motorização são, aproximadamente, 10% mais econômico no ciclo urbano e 5% ao trafegar do trânsito rodoviário.
Comparando-se com o antigo Hi-Torque, o novo propulsor Hi-Power que passa a equipar Sandero e Logan anotou ganho de 10% na potência, usando etanol (E100), e 2,5% com gasolina (E22). São 106 cv e 98 cv, respectivamente. O torque também melhorou significativamente, principalmente com etanol no tanque: 7% a mais, ou seja, 15,5 kgfm. O número com gasolina foi mantido em 14,5 kgfm.
Os ganhos de performance se refletem nos números. A velocidade máxima obtida pelo propulsor Hi-Power é de 174 km/h (com etanol) e 172 km/h (com gasolina). A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 11,2 segundos (com etanol) e em 11,8 segundos (com gasolina). O Hi-torque precisava de 11,7 segundos e 12,1, segundos, respectivamente.
As mudanças técnicas na linha 2013 de Logan e Sandero incluem mudanças nas relações de marchas, para beneficiar o consumo de combustível. O câmbio continua sendo o mesmo manual de cinco marchas feito pela Renault no Chile, caracterizado por engates macios e precisos. As relações de marchas, no entanto, foram ligeiramente modificadas, com o objetivo de reduzir o consumo de combustível.
Mais desempenho e mais economia que o antigo Hi Torque 1.6 8V, o novo propulsor foi desenvolvido pela equipe de engenharia do Renault Tecnologia Américas (RTA), instalado no Brasil, para satisfazer o gosto dos motoristas brasileiros, que não abrem mão de bom desempenho e, principalmente, de torque em baixas rotações.
Além do novo motor, a gama 2013 do Sandero traz outras mudanças importantes, como, por exemplo: a chegada da versão “GT Line” - que reforça ainda mais esportividade presente na linha Sandero -, e os novos equipamentos de série das versões Authentique e Expression.
As mudanças beneficiam também o sedã Logan, que, além de receber o novo motor 1.6 8V Hi-Power, também passa a contar com mais equipamentos de conforto e conveniência.
Mudanças ao gosto brasileiro
As alterações realizadas no propulsor 1.6 8V Hi-Power foram feitas pela equipe de desenvolvimento de motores do Renault Tecnologia Américas (RTA), moderno centro de engenharia, cujo objetivo é desenvolver produtos voltados à necessidade e ao perfil dos consumidores latino-americanos.
Foram 36 meses de trabalho intenso, 7 mil horas de ensaios em laboratório para validação e 40 protótipos testados, o que resultou num propulsor mais eficiente, com curva de torque mais linear e mais econômico. No total, foram 51 novas peças. A seguir, algumas das principais mudanças:
· Aumento da taxa de compressão do motor, passando de 9,5:1 para 12:1;
· Nova Central Eletrônica, com mais capacidade de armazenamento e com mais velocidade de processamento de informações, além de uma programação desenvolvida para o novo motor;
· Adoção de bielas forjadas, com novo aço mais resistente e mais leve (o peso foi reduzido de 532g para 501g, cada). Além disso, a aplicação do processo de fratura – em que a mesma é produzida primeira como uma peça única e, após isso, ela é fraturada -, garantiu uma união perfeita entre a biela e a sua capa, proporcionando mais resistência ao conjunto;
· Evolução na matéria-prima das bronzinas, com material mais resistente ao desgaste e à fadiga;
· Nova junta do cabeçote composta por três lâminas de vedação, do tipo “sanduíche”, que possui como características principais a robustez e o alto nível de resistência às pressões geradas pela combustão do motor. Essa peça substitui a usada anteriormente, que era de folha única, garantindo melhor vedação e contribuindo para a durabilidade do motor;
· Corpo de borboleta com a inclusão do 5º bico injetor de seis furos. Esse bico é destinado para a injeção de gasolina durante a operação de partida a frio. Com isso, há uma melhor pulverização da gasolina, proporcionando, assim, uma partida mais eficiente;
· Novo eixo do comando de válvulas, visando adequar a operação de abertura/fechamento das válvulas de admissão e escape ao aumento da taxa de compressão;
· Novos pistões, adequados para o aumento da taxa de compressão. Essas novas peças passaram por uma redução de massa e tiveram o seu desenho otimizado – de saias assimétricas -, quando comparado com as utilizadas até então, visando atender as novas exigências mecânicas e térmicas do motor Hi-Power. Para ampliar a durabilidade e a confiabilidade dessas peças, foi adotada a aplicação de grafite nas saias dos pistões - que reduziu o atrito -, além da utilização do eixo central flutuante.
Os engenheiros também trabalharam no desenvolvimento de um novo motor de partida para o propulsor 1.6 8V Hi-Power. Esta nova peça possui uma maior velocidade de rotação, resultando numa partida mais rápida e mais robusta, sem falhas.
Para Gustavo Volci, chefe de Projeto de Desenvolvimento de Motores do RTA, o propulsor Hi-Power é mais adequado ao gosto dos motoristas brasileiros. “Cerca de 85% do torque já estão disponíveis em 1.500 rotações, o que significa para o consumidor em uma redução do consumo de combustível de 10% na cidade, além de arrancadas e retomadas mais ágeis, diferença que podem ser sentida no trânsito urbano e também em estrada, numa ultrapassagem, por exemplo”, explica.
Um dos principais benefícios do novo motor 1.6 8V Hi-Power é o fato dele ser mais econômico, quando comparado com o propulsor antigo. Os modelos equipados com essa nova motorização são, aproximadamente, 10% mais econômico no ciclo urbano e 5% ao trafegar do trânsito rodoviário.
Comparando-se com o antigo Hi-Torque, o novo propulsor Hi-Power que passa a equipar Sandero e Logan anotou ganho de 10% na potência, usando etanol (E100), e 2,5% com gasolina (E22). São 106 cv e 98 cv, respectivamente. O torque também melhorou significativamente, principalmente com etanol no tanque: 7% a mais, ou seja, 15,5 kgfm. O número com gasolina foi mantido em 14,5 kgfm.
Os ganhos de performance se refletem nos números. A velocidade máxima obtida pelo propulsor Hi-Power é de 174 km/h (com etanol) e 172 km/h (com gasolina). A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 11,2 segundos (com etanol) e em 11,8 segundos (com gasolina). O Hi-torque precisava de 11,7 segundos e 12,1, segundos, respectivamente.
As mudanças técnicas na linha 2013 de Logan e Sandero incluem mudanças nas relações de marchas, para beneficiar o consumo de combustível. O câmbio continua sendo o mesmo manual de cinco marchas feito pela Renault no Chile, caracterizado por engates macios e precisos. As relações de marchas, no entanto, foram ligeiramente modificadas, com o objetivo de reduzir o consumo de combustível.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Renault anuncia ampliação da Fábrica de Motores no Brasil
A Renault anuncia hoje a expansão da atual capacidade produtiva da Fábrica de Motores em mais 100.000 unidades por ano. A produção anual vai passar dos atuais 400.000 para 500.000 motores. O anúncio é realizado no mesmo dia em que é inaugurado um novo prédio da estamparia com a presença do Governador do Estado do Paraná, Beto Richa, no Complexo Ayrton Senna (PR), onde estão instaladas as fábricas da marca no Brasil.
Inaugurada em 1999, a Fábrica de Motores terá sua capacidade produtiva aumentada em 25%, passando de atuais 400.000 para 500.000 unidades por ano a partir de 2013. Cerca de 40% desse volume é destinado à exportação. Desde o início de suas operações, a fábrica já produziu cerca de 2,5 milhões de motores e exportou mais de 1,2 milhão de unidades. Para a expansão da fábrica, sua área total será ampliada em 5.000 m2.
Já a inauguração do novo prédio da estamparia marca o início das operações da nova linha de cortes de chapa de aço, fundamental para garantir agilidade e produtividade à fabricação neste momento de expansão da capacidade instalada no Brasil. A nova área, de 4.300m2, será responsável por uma produção de 284.000 peças/mês até o final do ano. A linha de corte é a área onde se inicia o processo de fabricação dos veículos, transformando bobinas de aço em chapas que passarão pelas linhas de prensa para serem estampadas.
Todas essas operações fazem parte da estratégia de crescimento da marca no País, que prevê:
- ampliação da capacidade produtiva de veículos (de 280.000 para 380.000 unidades/ano)
- ampliação da capacidade produtiva de motores (de 400.000 para 500.000 unidades/ano);
- ampliação da rede comercial (230 pontos de venda em 2012, um aumento de 30 concessionárias em relação a 2011);
- atualização (Novo Sandero em 2011) e reforço da gama de produtos (Fluence e Duster em 2011).
A Renault fechou o primeiro semestre de 2012, com 110.536 veículos comercializados, o que representa um crescimento de 37,3%, comparando-se com 2011. O sucesso comercial foi impulsionado, entre outros, pelas vendas dos modelos Sandero (44.527 unidades), Duster (18.114 unidades) e Logan (16.696 unidades) que garantiram uma participação de mercado de 6,8%.
Em âmbito global, o mercado brasileiro continua sendo o segundo mais importante para a Renault. No acumulado de 2012, com volume total de 310.260 unidades, a França está em primeiro lugar, seguido do Brasil (110.536), da Rússia (95.579), da Alemanha (88.543) e da Argentina (63.275).
Inaugurada em 1999, a Fábrica de Motores terá sua capacidade produtiva aumentada em 25%, passando de atuais 400.000 para 500.000 unidades por ano a partir de 2013. Cerca de 40% desse volume é destinado à exportação. Desde o início de suas operações, a fábrica já produziu cerca de 2,5 milhões de motores e exportou mais de 1,2 milhão de unidades. Para a expansão da fábrica, sua área total será ampliada em 5.000 m2.
Já a inauguração do novo prédio da estamparia marca o início das operações da nova linha de cortes de chapa de aço, fundamental para garantir agilidade e produtividade à fabricação neste momento de expansão da capacidade instalada no Brasil. A nova área, de 4.300m2, será responsável por uma produção de 284.000 peças/mês até o final do ano. A linha de corte é a área onde se inicia o processo de fabricação dos veículos, transformando bobinas de aço em chapas que passarão pelas linhas de prensa para serem estampadas.
Todas essas operações fazem parte da estratégia de crescimento da marca no País, que prevê:
- ampliação da capacidade produtiva de veículos (de 280.000 para 380.000 unidades/ano)
- ampliação da capacidade produtiva de motores (de 400.000 para 500.000 unidades/ano);
- ampliação da rede comercial (230 pontos de venda em 2012, um aumento de 30 concessionárias em relação a 2011);
- atualização (Novo Sandero em 2011) e reforço da gama de produtos (Fluence e Duster em 2011).
A Renault fechou o primeiro semestre de 2012, com 110.536 veículos comercializados, o que representa um crescimento de 37,3%, comparando-se com 2011. O sucesso comercial foi impulsionado, entre outros, pelas vendas dos modelos Sandero (44.527 unidades), Duster (18.114 unidades) e Logan (16.696 unidades) que garantiram uma participação de mercado de 6,8%.
Em âmbito global, o mercado brasileiro continua sendo o segundo mais importante para a Renault. No acumulado de 2012, com volume total de 310.260 unidades, a França está em primeiro lugar, seguido do Brasil (110.536), da Rússia (95.579), da Alemanha (88.543) e da Argentina (63.275).
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Câmbio automático tem participação crescente no mix de vendas da Renault
A Renault do Brasil é atualmente uma das marcas que oferecem maior número de opções de modelos com câmbio automático. A estratégia de dar um descanso ao pé esquerdo do motorista vem surtindo efeito, e os consumidores brasileiros vão descobrindo as vantagens do conforto proporcionado por este tipo de transmissão.
Além dos benefícios para o motorista, principalmente no trânsito dos centros urbanos, os modelos com câmbio automático comercializados pela Renault no Brasil proporcionam mais um conforto, dessa vez, para o bolso. Os modelos Sandero e Logan, por exemplo, são os modelos com caixa automática estão entre os mais acessíveis dos seus respectivos segmentos.
O Sandero Privilège 1.6 16V Hi-Flex com câmbio automático tem preço sugerido a partir de R$ 41.350,00, enquanto a versão manual, equipada com motor 1.6 8V Hi-Torque, é comercializada a partir de R$ 38.100,00.
Já o Logan Expression 1.6 16V Hi-Flex com câmbio automático tem valor de tabela a partir de R$ 38.390,00. Já a versão manual, com motor 1.6 8V Hi-Torque e o mesmo nível de equipamento, sai por R$ 35.140,00.
Os modelos Sandero e Sandero Stepway, ambos equipados com câmbio automático, demonstram bem o sucesso desse equipamento. Nos primeiros quatro meses deste ano, as vendas das versões automáticas do Sandero e do Sandero Stepway corresponderam à 10% e 20%, respectivamente, do total vendido. Já o volume de Logan Automático comercializado corresponde a mais de 5% das vendas totais da linha Logan. Ou seja, números superiores a média de vendas de veículos com caixa automática nesse segmento, que é de 5%.
Voltado principalmente para o pesado trânsito urbano, que exige trocas constantes de marcha, o Sandero Stepway com câmbio automático é equipado com o motor 1.6 16V Hi-Flex, que desenvolve 112 cv com etanol e 107 cv com gasolina. O modelo tem preço sugerido de R$ 44.440,00, já o Stepway com câmbio manual, com o mesmo nível de equipamento, é vendido por R$ 41.660,00.
“Considerando que Logan e Sandero são carros de segmentos mais acessíveis, tais números se tornam ainda mais significativos e mostram que a Renault está no caminho certo, ao oferecer mais opções aos clientes”, opina o vice-presidente comercial da Renault do Brasil, Gustavo Schmidt, que faz questão de ressaltar que os modelos da Renault contam com câmbios totalmente automáticos e não semi-automáticos ou automatizados, como os oferecidos pela concorrência.
Os números positivos confirmam isso. No primeiro quadrimestre de 2012, cerca de 70% das unidades comercializadas do sedã Fluence saíram de fábrica com o câmbio CVT X-Tronic e, na linha Duster, a participação do câmbio automático ficou em 25%.
Além dos benefícios para o motorista, principalmente no trânsito dos centros urbanos, os modelos com câmbio automático comercializados pela Renault no Brasil proporcionam mais um conforto, dessa vez, para o bolso. Os modelos Sandero e Logan, por exemplo, são os modelos com caixa automática estão entre os mais acessíveis dos seus respectivos segmentos.
O Sandero Privilège 1.6 16V Hi-Flex com câmbio automático tem preço sugerido a partir de R$ 41.350,00, enquanto a versão manual, equipada com motor 1.6 8V Hi-Torque, é comercializada a partir de R$ 38.100,00.
Já o Logan Expression 1.6 16V Hi-Flex com câmbio automático tem valor de tabela a partir de R$ 38.390,00. Já a versão manual, com motor 1.6 8V Hi-Torque e o mesmo nível de equipamento, sai por R$ 35.140,00.
Os modelos Sandero e Sandero Stepway, ambos equipados com câmbio automático, demonstram bem o sucesso desse equipamento. Nos primeiros quatro meses deste ano, as vendas das versões automáticas do Sandero e do Sandero Stepway corresponderam à 10% e 20%, respectivamente, do total vendido. Já o volume de Logan Automático comercializado corresponde a mais de 5% das vendas totais da linha Logan. Ou seja, números superiores a média de vendas de veículos com caixa automática nesse segmento, que é de 5%.
Voltado principalmente para o pesado trânsito urbano, que exige trocas constantes de marcha, o Sandero Stepway com câmbio automático é equipado com o motor 1.6 16V Hi-Flex, que desenvolve 112 cv com etanol e 107 cv com gasolina. O modelo tem preço sugerido de R$ 44.440,00, já o Stepway com câmbio manual, com o mesmo nível de equipamento, é vendido por R$ 41.660,00.
“Considerando que Logan e Sandero são carros de segmentos mais acessíveis, tais números se tornam ainda mais significativos e mostram que a Renault está no caminho certo, ao oferecer mais opções aos clientes”, opina o vice-presidente comercial da Renault do Brasil, Gustavo Schmidt, que faz questão de ressaltar que os modelos da Renault contam com câmbios totalmente automáticos e não semi-automáticos ou automatizados, como os oferecidos pela concorrência.
Os números positivos confirmam isso. No primeiro quadrimestre de 2012, cerca de 70% das unidades comercializadas do sedã Fluence saíram de fábrica com o câmbio CVT X-Tronic e, na linha Duster, a participação do câmbio automático ficou em 25%.
Dose extra de comodidade
A transmissão automática que equipa Sandero, Duster, Logan e Stepway são auto-adaptáveis. Ou seja, modela-se ao estilo de direção do motorista. São nove programas diferentes, que permitem desde uma condução mais suave até uma performance mais esportiva.
O equipamento possui uma central eletrônica “inteligente”, que avalia, a todo instante, qual a melhor marcha para determinada situação ou o melhor momento para a troca de marchas, em função do estilo de condução do motorista.
O conjunto conta ainda com a função “Kick down”. Acionada quando o motorista pisa até o fim e de forma rápida o pedal do acelerador, a central eletrônica avalia e realiza a redução de uma ou duas marchas, conforme dos dados avaliados por ela. Essa operação melhora a aceleração disponível, como, por exemplo, na realização de ultrapassagens.
O câmbio automático possui também a opção de troca sequencial de marchas. Para isso, basta mudar lateralmente a posição da alavanca. Desta maneira, as marchas podem ser passadas com leves toques: para cima (aumenta a marcha) e para baixo (redução de marchas).
A segurança é garantida com um recurso de condução em pisos de baixa aderência, acionado por um botão localizado à frente da alavanca do câmbio. Com a marcha selecionada em Drive (D), este dispositivo permite que o veículo saia da imobilidade em 2ª marcha em vez de 1ª marcha, permitindo melhor adequação do torque disponível na roda, evitando, desse modo, que o veículo patine ao trafegar por um terreno escorregadio, como lama ou grama molhada.
Câmbio CVT X-Tronic: aceleração progressiva e sem trancos
Já o Fluence é dotado de equipamento ainda mais sofisticado. A transmissão continuamente variável (CVT) do sedã foi desenvolvida pela equipe de engenharia da Aliança Renault-Nissan e proporciona uma troca suave de marchas, sem trancos, mantendo sempre o propulsor na rotação ideal, levando-se em conta a carga do motor e as condições de rodagem, além de se adaptar ao tipo de condução do motorista.
Produzida pela empresa Jatco, pertencente à Aliança Renault-Nissan, no México, a caixa de câmbio oferece opção de troca sequencial de seis marchas. Com toques sucessivos para cima e para baixo na alavanca, as marchas são trocadas, opção que deve agradar principalmente àqueles que gostam de uma direção mais esportiva.
A transmissão automática que equipa Sandero, Duster, Logan e Stepway são auto-adaptáveis. Ou seja, modela-se ao estilo de direção do motorista. São nove programas diferentes, que permitem desde uma condução mais suave até uma performance mais esportiva.
O equipamento possui uma central eletrônica “inteligente”, que avalia, a todo instante, qual a melhor marcha para determinada situação ou o melhor momento para a troca de marchas, em função do estilo de condução do motorista.
O conjunto conta ainda com a função “Kick down”. Acionada quando o motorista pisa até o fim e de forma rápida o pedal do acelerador, a central eletrônica avalia e realiza a redução de uma ou duas marchas, conforme dos dados avaliados por ela. Essa operação melhora a aceleração disponível, como, por exemplo, na realização de ultrapassagens.
O câmbio automático possui também a opção de troca sequencial de marchas. Para isso, basta mudar lateralmente a posição da alavanca. Desta maneira, as marchas podem ser passadas com leves toques: para cima (aumenta a marcha) e para baixo (redução de marchas).
A segurança é garantida com um recurso de condução em pisos de baixa aderência, acionado por um botão localizado à frente da alavanca do câmbio. Com a marcha selecionada em Drive (D), este dispositivo permite que o veículo saia da imobilidade em 2ª marcha em vez de 1ª marcha, permitindo melhor adequação do torque disponível na roda, evitando, desse modo, que o veículo patine ao trafegar por um terreno escorregadio, como lama ou grama molhada.
Câmbio CVT X-Tronic: aceleração progressiva e sem trancos
Já o Fluence é dotado de equipamento ainda mais sofisticado. A transmissão continuamente variável (CVT) do sedã foi desenvolvida pela equipe de engenharia da Aliança Renault-Nissan e proporciona uma troca suave de marchas, sem trancos, mantendo sempre o propulsor na rotação ideal, levando-se em conta a carga do motor e as condições de rodagem, além de se adaptar ao tipo de condução do motorista.
Produzida pela empresa Jatco, pertencente à Aliança Renault-Nissan, no México, a caixa de câmbio oferece opção de troca sequencial de seis marchas. Com toques sucessivos para cima e para baixo na alavanca, as marchas são trocadas, opção que deve agradar principalmente àqueles que gostam de uma direção mais esportiva.
Da assessoria
terça-feira, 3 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Novo Clio é lançado nesta terça-feira (3)
Com para-choques saltados e aerofólio traseiro, o novo Clio promete ser o mais esportivo do segmento. A Renault apelou até para a maçaenta escondida na moldura dos vidros traseiros para reforçar o apelo jovem. Para completar, o carrinho terá uma gama de motores com turbo, incluindo um três cilindros de 0,9 litro e 90 cv de potência.
Enquanto Clio da 4ª geração surge na Europa, a Renault sul-americana prepara mais uma reestilização da 2ª geração que está em produção na região desde 1999. O modelo hoje faz o papel de carro de entrada da marca, mas já tem um visual desgastado.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Representantes das Nações Unidas usarão carros elétricos no Rio+20
Uma frota de veículos elétricos da Aliança Renault-Nissan fará o traslado dos representantes das Nações Unidas durante a Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável no Rio de Janeiro, a maior cúpula ambiental do mundo. A conferência, que acontece de 13 a 22 de junho, marca a primeira vez em que a ONU utilizará uma frota especial de veículos zero emissão para fazer o traslado de seus representantes.
• O Renault Fluence Z.E., um sedan feito para toda a família, cuja comercialização foi iniciada na Europa no final do ano passado;
• O Renault Kangoo Z.E., um pequeno furgão elétrico premiado com o título de International Van of the Year 2012; e
Mais de 50.000 participantes, incluindo 400 da ONU, estão sendo esperados para integrar a cúpula – chamada de “Rio+20” –, que comemora o 20º aniversário da Cúpula das Nações Unidas sobre o Planeta realizada no Rio de Janeiro em 1992, quando os países entraram em acordo sobre um plano de ação para o crescimento econômico, a igualdade social e a proteção do meio ambiente.
“É muito bom poder incluir veículos zero emissão em nossa frota, para que possamos mostrar como os veículos elétricos podem reduzir a poluição sonora e eliminar as emissões dos gases de escapamento. No Brasil, onde a maior parte da eletricidade é gerada através de recursos renováveis locais, os veículos elétricos são uma excelente opção de transporte com baixos níveis de emissão de carbono”, informou Kathleen Abdalla, responsável pela organização e logística da Rio+20 no departamento de assuntos econômicos e sociais da ONU.
• O Renault Kangoo Z.E., um pequeno furgão elétrico premiado com o título de International Van of the Year 2012; e
• O Nissan LEAF, o veículo elétrico mais vendido da história, com 32.000 unidades comercializadas em três continentes.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Renault Alpine foi inspiração para Willys Interlagos
A Renault vive um momento especial de sua história. Um dos seus mais famosos modelos, o Alpine A 110, está comemorando 50 anos. Na Europa, um moderno carro-conceito acaba de ser anunciado ao mundo para marcar a data. No Brasil, também há motivos para celebração; afinal, o “Willys Interlagos” – versão brasileira do “Renault Alpine” -, foi o primeiro carro esportivo fabricado no País que conquistou as ruas e as pistas brasileiras, despertou a cobiça de quem era jovem na década de 60 e hoje arranca suspiros dos admiradores de automóveis antigos.
Fabricado a partir de 1961 sob a chancela da Willys Overland – que obteve na época a licença da Renault –, o Alpine recebeu temperos bem brasileiros, o que lhe garantiu ‘alma’ diferenciada em relação ao veículo comercializado na Europa.
A começar pelo nome: Interlagos. Uma sugestão criativa que partiu do publicitário (e apaixonado por carros) Mauro Salles para homenagear o principal autódromo do País. A referência “caiu bem” ao esportivo; pois, foi guiando a versão de corrida do Willys Interlagos que ícones do automobilismo verde-amarelo, como Bird Clemente, inspiraram os novatos que surgiam, notadamente Emerson Fittipaldi, Wilson Fittipaldi Jr. e José Carlos Pace, numa época em que os pilotos brasileiros começavam a se profissionalizar.
A década de 60 foi uma época marcante do automobilismo nacional, e o time mais bem estruturado era a equipe Willys, dona dos melhores pilotos e do melhor carro: o Interlagos! As berlinetas amarelas com uma faixa dupla longitudinal, passando sobre o teto e o capô, eram sinônimos de bandeira quadriculada.
As vitórias se sucederam nas mais importantes competições do período: GP da Guanabara, 500 km de Interlagos, 200 milhas de Montevidéu. E, assim os Interlagos, assim como os Gordinis – também fabricados pela Willys sob licença da Renault – impulsionaram a paixão dos brasileiros pela velocidade e fizeram do automobilismo uma paixão nacional.
Fabricado a partir de 1961 sob a chancela da Willys Overland – que obteve na época a licença da Renault –, o Alpine recebeu temperos bem brasileiros, o que lhe garantiu ‘alma’ diferenciada em relação ao veículo comercializado na Europa.
A começar pelo nome: Interlagos. Uma sugestão criativa que partiu do publicitário (e apaixonado por carros) Mauro Salles para homenagear o principal autódromo do País. A referência “caiu bem” ao esportivo; pois, foi guiando a versão de corrida do Willys Interlagos que ícones do automobilismo verde-amarelo, como Bird Clemente, inspiraram os novatos que surgiam, notadamente Emerson Fittipaldi, Wilson Fittipaldi Jr. e José Carlos Pace, numa época em que os pilotos brasileiros começavam a se profissionalizar.
A década de 60 foi uma época marcante do automobilismo nacional, e o time mais bem estruturado era a equipe Willys, dona dos melhores pilotos e do melhor carro: o Interlagos! As berlinetas amarelas com uma faixa dupla longitudinal, passando sobre o teto e o capô, eram sinônimos de bandeira quadriculada.
As vitórias se sucederam nas mais importantes competições do período: GP da Guanabara, 500 km de Interlagos, 200 milhas de Montevidéu. E, assim os Interlagos, assim como os Gordinis – também fabricados pela Willys sob licença da Renault – impulsionaram a paixão dos brasileiros pela velocidade e fizeram do automobilismo uma paixão nacional.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Renault Alpine A 110 comemora 50 anos
O modelo Renault Alpine A 110 está comemorando 50 anos. E para celebrar esta data, a Renault batizou seu novo carro-conceito de “Renault Alpine A 110-50”, dedicado à performance e ao prazer de dirigir.
- O carro-conceito “Renault Alpine A 110-50” traduz os elementos de design mais emblemáticos do modelo Alpine A 110, de forma marcante e atual.
- A carroceria de carbono exibe uma nova cor azul, que reinterpreta e atualiza o “Azul Alpine”, que marcou época com o modelo Alpine A 110.
- Fruto do know-how da Renault Sport Technologies, o carro-conceito “Renault Alpine A 110-50” é pura competição. Por isso, ele se beneficia de toda a experiência adquirida com o Mégane Trophy (modelo desenvolvido para competições), retomando sua base técnica.
“O desenvolvimento do carro conceito ‘Renault Alpine A 110 50’ representou uma bela aventura. Ele foi um acelerador de criatividade. Fomos guiados pela paixão e a emoção”, explica Axel Breun, Diretor de carros-conceito e show cars da Renault Design.
Para comemorar os 50 anos deste ícone que é o modelo Renault Alpine A 110, o designer Yann Jarsalle e o Diretor de carros-conceito e show cars da Renault Design, Axel Breun, reinterpretaram os detalhes de design mais marcantes e originais, ao mesmo tempo em que integraram a nova linguagem de design da Renault, iniciada por Laurens van den Acker (Diretor de Design Industrial da Renault) no carro-conceito DEZIR, que será adotada gradativamente nos futuros modelos da marca. A nova identidade visual frontal, com o losango reto e imponente, é adaptada neste carro extremamente baixo e largo. O Renault Alpine A 110-50 se insere em nosso tempo e representa intensamente a paixão da Renault pelo automobilismo.
“Trabalhar em um carro-conceito que homenageia o modelo Alpine foi um sonho para todos os integrantes da equipe. Tínhamos o desejo de inserir o carro em nosso tempo, incluindo detahes que remetem ao passado”, sintetiza Laurens van den Acker, Diretor de Design Industrial da Renault.
O carro-conceito “Renault Alpine A 110-50” traduz os elementos estilísticos mais emblemáticos do modelo Alpine A 110, de forma marcante e atual com:
O desenho esculpido de uma carroceria elegante e fluida, valorizada por jogos de luz sobre a qual o ar parece deslizar livremente.
Os faróis adicionais “arredondados” em semicírculo, dão ao carro-conceito uma reinterpretação técnica e nostálgica, graças a uma iluminação full-LED na cor amarela.
Um vidro traseiro tridimensional diferenciado, que deixa visível o motor centralizado na parte traseira.
Uma entrada de ar em cada flanco que remete à aba dos para-lamas traseiros do Alpine A 110. A da direita assegura o resfriamento da caixa de câmbio e, a de esquerda, o do compartimento do motor.
Produzida pela Faster, a carroceria de carbono exibe uma nova cor azul, que reinterpreta e atualiza o “Azul Alpine”. Cada porta dispõe de uma mecânica de abertura digna dos modelos do tipo G.T. e imitam o movimento de uma tesoura. O capô dianteiro se abre para frente, enquanto a tampa traseira para trás.
“O carro tem linhas extremamente esculturais assim como o modelo Alpine A 110, ao mesmo tempo em que transmite as três palavras-chave do nosso novo design: simples, sensual, acolhedor”, explica Axel Breun, Diretor de carros-conceito e show cars da Renault Design.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Renault expõe veículos automáticos na Reatech 2012
A Renault do Brasil está com um estande da Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade (Reatech 2012). Durante o evento, que está em sua 11ª edição e acontece de 12 a 15 deste mês, no Centro de Exposições Imigrantes (São Paulo-SP), os visitantes poderão conhecer a sua gama de veículos equipados com câmbio automático, que atendem às necessidades especificas das pessoas com deficiências.
Com uma área total de 200 m², o estande da Renault do Brasil na Reatech 2012 apresentará a sua gama de veículos automáticos, que facilitam a condução por pessoas com deficiências, composta pelos modelos: Sandero, Logan e Duster, todos equipados com câmbio automático/seqüencial, além do Fluence, com caixa automática CVT X-Tronic.
Crescimento
O lançamento de versões automáticas do Logan e do Sandero e a chegada do Duster ao mercado nacional impulsionaram as vendas da Renault do Brasil para pessoas com deficiência.
“A chegada das versões automáticas do Logan e do Sandero, além do Fluence com CVT e do Duster automático, proporcionaram à marca registrar um crescimento de 650% nas vendas para pessoas com deficiências, quando comparamos 2010 com 2011, no segmento que registrou um aumento de 10%”, explica Alexandre Oliveira, Diretor de Vendas a Empresas da Renault do Brasil.
Os bons resultados do ano passado, já se repetem neste ano. No primeiro trimestre de 2012, a Renault já comercializou 900 veículos, ultrapassando em 8% o número total de vendas de 2011. O sedã Fluence, com 270 unidades; e o utilitário esportivo Duster, com 260 lideram a lista dos mais vendidos da marca.
Gama de veículos
No estande da marca na Reatech 2012, os visitantes conhecerão de perto os modelos: Sandero, Logan e Duster, todos equipados com câmbio automático/seqüencial. A transmissão automática destes modelos é auto-adaptável, ou seja, modela-se ao estilo de condução do motorista. São nove programas diferentes, que permitem desde uma condução mais suave até uma performance mais esportiva.
Outro modelo que também estará presente no estande da marca na Reatech será o Renault Fluence, com caixa automática CVT X-Tronic, que proporciona uma troca suave de marchas, sem trancos, mantendo sempre o propulsor na rotação ideal, levando-se em conta a carga do motor e as condições de rodagem, além de se adaptar ao tipo de condução do motorista.
A empresa marca presença também na área reservada pela organização da exposição destinada à realização de test-drives de veículos adaptados, disponibilizando um modelo Fluence CVT X-Tronic, equipado com itens que visam facilitar ao máximo a sua condução por deficientes: manopla para facilitar a empunhadura do volante e o Comando Manual Universal (CMU), que é composto por uma alavanca instalada do lado esquerdo do volante e substitui as funções do pedal do acelerador e do freio.
Com este sistema, quando motorista puxa a alavanca em sua direção, o veículo acelera, enquanto se empurrada para trás, os freios são acionados. Todos esses comandos de aceleração e frenagem são realizados sem que motorista tenha a necessidade de retirar uma das mãos do volante.
Com uma área total de 200 m², o estande da Renault do Brasil na Reatech 2012 apresentará a sua gama de veículos automáticos, que facilitam a condução por pessoas com deficiências, composta pelos modelos: Sandero, Logan e Duster, todos equipados com câmbio automático/seqüencial, além do Fluence, com caixa automática CVT X-Tronic.
Crescimento
O lançamento de versões automáticas do Logan e do Sandero e a chegada do Duster ao mercado nacional impulsionaram as vendas da Renault do Brasil para pessoas com deficiência.
“A chegada das versões automáticas do Logan e do Sandero, além do Fluence com CVT e do Duster automático, proporcionaram à marca registrar um crescimento de 650% nas vendas para pessoas com deficiências, quando comparamos 2010 com 2011, no segmento que registrou um aumento de 10%”, explica Alexandre Oliveira, Diretor de Vendas a Empresas da Renault do Brasil.
Os bons resultados do ano passado, já se repetem neste ano. No primeiro trimestre de 2012, a Renault já comercializou 900 veículos, ultrapassando em 8% o número total de vendas de 2011. O sedã Fluence, com 270 unidades; e o utilitário esportivo Duster, com 260 lideram a lista dos mais vendidos da marca.
Gama de veículos
No estande da marca na Reatech 2012, os visitantes conhecerão de perto os modelos: Sandero, Logan e Duster, todos equipados com câmbio automático/seqüencial. A transmissão automática destes modelos é auto-adaptável, ou seja, modela-se ao estilo de condução do motorista. São nove programas diferentes, que permitem desde uma condução mais suave até uma performance mais esportiva.
Outro modelo que também estará presente no estande da marca na Reatech será o Renault Fluence, com caixa automática CVT X-Tronic, que proporciona uma troca suave de marchas, sem trancos, mantendo sempre o propulsor na rotação ideal, levando-se em conta a carga do motor e as condições de rodagem, além de se adaptar ao tipo de condução do motorista.
A empresa marca presença também na área reservada pela organização da exposição destinada à realização de test-drives de veículos adaptados, disponibilizando um modelo Fluence CVT X-Tronic, equipado com itens que visam facilitar ao máximo a sua condução por deficientes: manopla para facilitar a empunhadura do volante e o Comando Manual Universal (CMU), que é composto por uma alavanca instalada do lado esquerdo do volante e substitui as funções do pedal do acelerador e do freio.
Com este sistema, quando motorista puxa a alavanca em sua direção, o veículo acelera, enquanto se empurrada para trás, os freios são acionados. Todos esses comandos de aceleração e frenagem são realizados sem que motorista tenha a necessidade de retirar uma das mãos do volante.
terça-feira, 20 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Renault lança, na Europa, a série limitada Clio R.S. Red Bull Racing RB7
Após ter obtido o título de campeã do Campeonato Mundial de Construtores da Fórmula 1, conquistado em 2011 com a equipe Red Bull Racing, a Renault Sport lança, na Europa, a série limitada Clio R.S. Red Bull Racing RB7:
- Um veículo dedicado à performance (chassi tipo Copa Clio, rodas pretas de 18’’ modelo Interlagos, R.S. Monitor) coroado com um design imponente,
- Os primeiros quatros países de comercialização dessa série limitada serão França, Espanha, Suíça e Bélgica, com início dos pedidos em 14 de março, na França.
“O Clio R.S. Red Bull Racing RB7, se assemelha a bólido de competição com um look radical, inclui os equipamentos mais recentes desenvolvidos pelos profissionais da Renault Sport Technologies. Esperto e ousado, a série limitada Clio R.S. Red Bull Racing RB7 tem como atrativo principal o seu design impactante: uma homenagem à relação entre a Renault Sport Technologies e a Renault Sport F1, em parceria com a equipe Red Bull Racing!”, comemora Jean-Maxime Boulanger, Gerente de Produto do Clio Renault Sport.
Um design imponente e tecnologias de pontaA série limitada Clio R.S. Red Bull Racing RB7, oferece o que há de melhor aos apaixonados por esporte e competição. Rodas pretas de 18’’ modelo Interlagos, montadas com pneus Bridgestone RE050A, os mesmos utilizados no Mégane R.S. Trophy, que bateu o recorde da Nordschleife em Nürburgring, em junho de 2011. A cor Negro Profundo da carroceria valoriza a aplique “F1”, as capas dos retrovisores e o difusor na cor Amarelo Sirius.
Um motor de 2.0 litros e 203 cavalos com configuração otimizada entrega mais de 100 cavalos por litro. Um adesivo quadriculado no teto, marca registrada da Renault Sport, destaca a esportividade do veículo. Nas portas, os adesivos laterais “Red Bull Racing” remetem às cores da escuderia.
Todos estes atributos externos contribuem para valorizar o design radical e imponente do Clio R.S. Red Bull Racing RB7.
Equipamentos internos no topo da esportividade
A agressividade e esportividade do Clio R.S. Red Bull Racing RB7 são realçados pelos equipamentos internos que destacam a excelência do veículo. Ar-condicionado digital, acendimento automático dos faróis, cartão-chave tipo mãos livres, bancos tipo poltrona Recaro amarelos, pomo da alavanca de marchas com o logo “Renault Sport”, placa numerada personalizada, caixa de conexão de áudio, além do exclusivo sistema R.S.
Monitor, um verdadeiro item de orientação à direção embarcado, que fornece informações em tempo real sobre o bólido (tempo de 0 a 100 Km/h, por exemplo, além de outros indicadores que permitem adaptar o estilo de condução). Todos estes equipamentos fazem do Clio R.S. Red Bull Racing RB7 uma verdadeira joia em termos de tecnologia e esportividade. Este veículo ilustra com maestria as transferências de tecnologias obtidas pela Renault na Fórmula 1 (a Renault é fornecedora de motores para as escuderias Red Bull Racing, Lotus, Caterham e Williams na temporada 2012) para os carros produzidos em série.
A Série Limitada Red Bull Racing RB7 é a primeira de toda uma gama de veículos Renault Sport, comercializada em primeira mão com o Clio R.S, sendo posteriormente estendida para o Twingo R.S. e o Mégane R.S.
A saga Clio R.S.
Produzido em Dieppe (França) desde o início de sua comercialização, no segundo semestre de 2006, o Clio R.S. é vendido hoje em quatro continentes: Europa, Ásia, África e Oceania. Desenvolvido pela Renault Sport Technologies, o Clio R.S. sempre teve como objetivo ser uma referência em testes comparativos de veículos esportivos. Esta filosofia levou a um aperfeiçoamento do carro com o decorrer dos anos.
O Clio R.S. beneficia-se de vários avanços, principalmente uma reestilização, ocorrida em 2009. Séries especiais, como a Clio R.S. Ange & Démon, o R.S. 20th Anniversary ou a versão emblemática Gordini R.S. não param de movimentar sua presença comercial em todos os mercados.
domingo, 11 de março de 2012
Renault ZOE: primeiro carro 100% elétrico com custo e preço populares
Durante o 82º Salão Internacional do Automóvel de Genebra, a Renault apresentou ao público o ZOE, primeiro carro concebido para ser 100% elétrico, acessível por todos, a partir de 15.700 € (algo em torno de R$ 36 mil) com impostos, e ideal para uso diário. De acordo com a marca, o ZOE integra a tecnologia mais avançada com inovações em escala mundial a serviço da simplicidade na utilização, autonomia e conectividade.
Após o sofisticado sedã Fluence Z.E., o utilitário Kangoo Z.E (ambos lançados em 2011), e o urbano descolado Twizy, a Renault coloca a mobilidade Zero Emissão ao alcance do maior número de pessoas com o ZOE.
Com o veículo elétrico e o desenvolvimento das motorizações térmicas, através do plano “Renault 2016 – Mude a Direção”, a Renault se comprometeu a reduzir em 10% os seus níveis de emissões de carbono em todo o mundo até 2013, além de 10% adicionais entre 2013 e 2016. Esta decisão estratégica já pode ser vista nas ruas.
Durante o Salão de Genebra deste ano, a Renault está apresentando duas novas motorizações Energy: o Energy TCe 90 - inédito propulsor turbo de três cilindros, movido a gasolina, com 899 cm³ - e o Energy dCi 90, derivado do Energy dCi 110 (revelado no Salão de Frankfurt 2011). Essas duas novidades ampliam para oito a gama de motores da família Energy, que terão sido lançadas em apenas 16 meses.
Vale a pena ressaltar que a gama de motores Renault Energy representa para a marca a inovação a serviço da performance mecânica, com baixo consumo de combustível e baixas emissões de CO2.
Após quatro carros-conceito, a estratégia de design se materializa nos veículos de série, com o Novo Twingo e o ZOE, incluindo uma nova frente, que representa a nova identidade visual da marca. Sem esquecer o Twizy.
“Apresentado no Salão de Genebra em sua versão definitiva, o ZOE é o grande destaque da gama Renault Z.E. Este veículo integra toda a excelência da tecnologia elétrica da Renault a um preço acessível, com um design compacto e sedutor. Ele marca a entrada em uma nova era, a mobilidade elétrica acessível para todos, e confirma o compromisso que firmamos em favor do veículo elétrico”, afirma Carlos Ghosn, Presidente e CEO da Renault.
“Fruto de nossa experiência e nosso sucesso na F1, esta gama de oito motores, dentre os quais dois estão sendo apresentados hoje, alia performance, prazer de condução e parcimônia em termos de consumo e emissão de CO2”, garante Carlos Ghosn.
Tecnologia e conforto
O pré-condicionamento programável aquece ou resfria o habitáculo do ZOE quando o veículo está conectado. Assim, o ZOE está na temperatura certa quando o condutor entra no veículo e a energia utilizada para o conforto término não é retirada da bateria. Um filtro de partículas de carvão ativado absorve uma grande parte dos maus odores e gases poluentes. Ele também filtra elementos de alguns mícrons, como pólen e fuligem.
Após o sofisticado sedã Fluence Z.E., o utilitário Kangoo Z.E (ambos lançados em 2011), e o urbano descolado Twizy, a Renault coloca a mobilidade Zero Emissão ao alcance do maior número de pessoas com o ZOE.
Com o veículo elétrico e o desenvolvimento das motorizações térmicas, através do plano “Renault 2016 – Mude a Direção”, a Renault se comprometeu a reduzir em 10% os seus níveis de emissões de carbono em todo o mundo até 2013, além de 10% adicionais entre 2013 e 2016. Esta decisão estratégica já pode ser vista nas ruas.
Durante o Salão de Genebra deste ano, a Renault está apresentando duas novas motorizações Energy: o Energy TCe 90 - inédito propulsor turbo de três cilindros, movido a gasolina, com 899 cm³ - e o Energy dCi 90, derivado do Energy dCi 110 (revelado no Salão de Frankfurt 2011). Essas duas novidades ampliam para oito a gama de motores da família Energy, que terão sido lançadas em apenas 16 meses.Vale a pena ressaltar que a gama de motores Renault Energy representa para a marca a inovação a serviço da performance mecânica, com baixo consumo de combustível e baixas emissões de CO2.
Após quatro carros-conceito, a estratégia de design se materializa nos veículos de série, com o Novo Twingo e o ZOE, incluindo uma nova frente, que representa a nova identidade visual da marca. Sem esquecer o Twizy.
“Apresentado no Salão de Genebra em sua versão definitiva, o ZOE é o grande destaque da gama Renault Z.E. Este veículo integra toda a excelência da tecnologia elétrica da Renault a um preço acessível, com um design compacto e sedutor. Ele marca a entrada em uma nova era, a mobilidade elétrica acessível para todos, e confirma o compromisso que firmamos em favor do veículo elétrico”, afirma Carlos Ghosn, Presidente e CEO da Renault.
“Fruto de nossa experiência e nosso sucesso na F1, esta gama de oito motores, dentre os quais dois estão sendo apresentados hoje, alia performance, prazer de condução e parcimônia em termos de consumo e emissão de CO2”, garante Carlos Ghosn.
Tecnologia e conforto
O pré-condicionamento programável aquece ou resfria o habitáculo do ZOE quando o veículo está conectado. Assim, o ZOE está na temperatura certa quando o condutor entra no veículo e a energia utilizada para o conforto término não é retirada da bateria. Um filtro de partículas de carvão ativado absorve uma grande parte dos maus odores e gases poluentes. Ele também filtra elementos de alguns mícrons, como pólen e fuligem.
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